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quinta-feira, 29 de março de 2012

4° THE DEAD SHALL RISE - Heavy metal e devastação sonora em Macapá


Jéssica Alves (matéria publicada na edição 20 do jornal Extra Amapá)

Fotos: Google Imagens



O Dead Shall Rise é um evento que já caminha para a quarta edição, e consolidou-se no calendário dos fãs de rock, especificamente o gênero heavy metal. E no fim do mês de março, mesclando com o início de abril acontece a versão 2012 do festival. O evento acontece desde 2011 e movimenta a cena headbanger no Amapá.

Idealizado pela Zombie Produções, que a cada nova festa, agrega ideias e parcerias para o crescimento do Dead Shall Rise, o que poderá ser visto nessa edição dos dias 31 de março e 1 de abril. De acordo com Fabrício Góes, um dos organizadores, o principal objetivo é realizar um evento anual de grande porte.

‘’Começamos a organizar o The Dead Shall Rise – Metal Festival com o intuito de dar um gás na cena underground que andava meio parada por aqui e nessa edição terá bandas de outros estados e bandas locais em dois dias de pura devastação sonora’’, explica.

14 bandas locais e nacionais subirão ao palco e levarão diversas vertentes do metal para o público, do heavy tradicional ao death metal. E destaque para as bandas veteranas Nervo Chaos, de São Paulo e Disgrace and Terror, de Belém (PA). 

O organizador do evento explica que o crescimento e valorização da cena headbanger, em que bandas locais consolidam-se em apresentações e trabalhos produzidos, além de maior divulgação em redes sociais e mídia local, e ainda apresentação de grandes nomes do metal nacional, contribuiu para que o Festival se ampliasse e oferecesse aos fãs um evento de grande porte. ‘’ Com certeza esse é um dos grandes fatores de estar acontecendo o Festival, pois sem o apoio do publico e das próprias bandas nada estaria sendo realizado. E estamos contando com o apoio de amigos e produtores locais que acreditam na importância do Festival para a cena amapaense’’, diz.

Fabrício adiantou também que outras festas serão realizadas durante 2012, independentes do Dead Shall Rise, previstas para o mês de maio e um grande evento no dia mundial do rock em julho, com atrações locais e de fora.  

Bandas


                                                            NERVOCHAOS (SP) 


Formada em 1996, injetam com sucesso um "feeling" Hard Core em seu Death/Thrash Metal, que se tornou uma marca registrada da banda. A Nervochaos já participou de diversas colêtaneas e possui algumas passagens por Macapá.

                                                DISGRACE AND TERROR (PA) 


Formada em agosto de 2001 com a proposta de tentar resgatar a qualidade e agressividade do thrash e death metal da década de 1980. Estreou em Belém na segunda versão do festival Barulho Brutal. Após isso, se apresentou nos principais festivais de metal realizados no Pará e ainda shows fora do estado.


                                                                             ANTROFETIDO (PA) 


Surgiu em meados de julho em 2008, em Belém. Apesar do pouco tempo em atividade, a banda executa músicas bem trabalhadas e resgata o espírito do Death nos anos 90.


                                                                            WARPATH (PA) 


Thrash/Speed Metal na estrada há 10 anos. Nesses dez anos o Warpath já passou por Macapá, Teresina, São Luiz, Fortaleza, Manaus, entre outras cidades, onde recebem vários convites para shows internacionais, como o do Disaster (Alemanha) no Piauí, além de abrir shows para Torture Squad, Subtera, Violator, entre outras.


                                                                     DERCY GONCALVES (PA) 


Distorção nas guitarras, pendendo mais para os sons graves, como no metal, com palavras diretas, se valendo dos discursos inflamados do punk. Entretanto, os sons transformaram-se em guturais ininteligíveis.


                                                                    HIDRAH (AP)  


Com a proposta de resgatar o heavy metal amapaense, a banda está em processo de composição e vai mostrar suas autorais no 4° THE DEAD SHALL RISE, no show do  dia 31 de março. 

                                                               AMATRIBO (AP)  


 Formada atualmente por Maksuel Martins (vocal), Rulan Leão (guitarras), Almir Júnior (guitarras), Salomão Alcolumbre (baixo) e Emerson Costa (bateria), a banda leva um destruidor thrash metal, influenciado por Sepultura, com músicas bem trabalhadas e cantadas em português, relatando suas visões acerca dos conflitos e reflexões sobre a humanidade. 


                                                             BAIXO CALÃO (PA) 


A banda parece ter levado seu poderoso grind core além das fronteiras Amazônicas alcançando os nossos queridos irmãos orientais. O Baixo Calão saiu nas paginas de um site de compartilhamento de videos no Japão, ganhando ate destaque entre os orientais ligados a J-Rock.


                                                                     ANONYMOUS HATE (AP) 


 Anonymous Hate banda de Grind/Death Metal, formada no final de 2007 em Macapá – AP com o intuito de fazer um som agressivo e original, conseguindo gravar seu 1° trabalho em 2010 sendo mixado e masterizado no Da Tribo Studio (São Paulo-SP). 

 

                                                                           MATINTA PEREIRA (AP)

  
Matinta Perera é uma banda de Deathcore/Grindcore que tem leves pegadas de fastcore e hardcore (NY) diverge nas outras bandas por conter em suas letras e arranjos uma temática ligada com o folclore nortista e com os batuques de marabaixo (música regional amapaense) tal qual sua leve ligação com temas umbandistas.


                                                                                      OBTHUS (AP)  


É uma banda formada em agosto de 2007, por integrantes de algumas bandas do Estado com a idéia de trazer para os eventos Grandes Classicos Covers do rock e metal. Possuem também trabalho autoral.

*Outras bandas – Carnivalle (AP), Mental Caos (AP) E Carnal Remains (AP)

  Serviço 

                                                 

4° THE DEAD SHALL RISE – Metal Fest
Data: 31/03 e 01/04
Ingresso: 20,00 (02 DIAS)

Local: Sede dos Escoteiros – Trem
Início: 20:00h
Informações com Fabrício Góes ( 9122-7070)

quarta-feira, 28 de março de 2012

Coletivo Armazourbanidade apresenta “Besouro Cordão- de- Ouro”


O  Projeto Arte Amazou Afro que consiste na valorização e participação da comunidade afro-descendente, realizará vivências, palestras e exibição de audiovisual com o grupo carioca JLM Produções Artísticas LTDA, em Macapá, no período de 29 de março a 1 de abril de 2012, cujo objetivo é estimular e incentivar a criatividade artística local, bem como convidados, imprimindo assim o conjunto de ensinamentos e experiências recolhidas ao longo do tempo pelos seus participantes, através da exploração de novas linguagens no fazer artístico cultural.

O espetáculo “Besouro Cordão- de- Ouro” faz homenagem a Manuel Henrique Pereira ou o Besouro-Mangangá, maior capoeirista de todos os tempos da Bahia. São inúmeras as suas estórias contadas através de outros mestres capoeiristas conhecidos como Canjiquinha, Bimba, Barroquinha, Caiçara, Budião, Rosa Palmeirão, Dora das Sete Portas e Pastinha. O texto encenado é escrito por Paulo César Pinheiro, grande poeta da nossa MPB com composições inéditas para essa montagem e tem direção geral de João das Neves e direção musical de Luciana Rabello.Teve sua estréia no Centro Cultural Banco do Brasil no Rio de Janeiro. Participou do Festival de Artes Negras – FAN (MG), do Circuito Palco Giratório pelo SESC Nacional, da comemoração do aniversário da Fundação Palmares em 2009 e do Festival de Monttpelier na França. Foi escolhido como um dos 10 melhores espetáculos de 2006 pela crítica teatral Bárbara Heliodora, indicado para o Prêmio Contigo de Teatro 2007 e também para o Prêmio Shell 2008.

PROGRAMAÇÃO:

29/03/2012 

Exibição do Filme e Impressões:

“Besouro” do cineasta João Daniel Tikhomiroff.

Local: Casa Fora do Eixo Horário: 19:00hs

Mediadores:

Reverendo Marco Ribeiro

(Bacharel Em Teologia com ênfase na religiosidade africana e especialista em ensino religioso)

 Herbert Emanuel (Professor de Filosofia e Poeta)

30/03/2012

Vivência de Dança Afro:

Oficineiras: atriz e bailarina Valéria Monã, e ator Cridemar Aquino  do Rio de Janeiro – RJ

Local: Teatro Porão  Sesc / Araxá

Horário: 14:00 às 18hs



Vivência de Samba e Choro

Oficineiros: músico e ator Alan Rocha junto da atriz e cantora Leticia Soares.

Local: Ceará de Cuica Horário: 18:00hs à 22:00



31/03/2012

Vivencia de Capoeira –regional e angola

Oficineiros: ator, cordelista e capoeirista, Victor Alvim, - Lobisomem e o ator e capoeirista, Gilberto Silva – Laboriaux.

 Local: Museu do Curiaú

Horário 14h às 18:hs


 Espetaculo: “Besouro”  J.L.M Produções

Local: Teatro Das  Bacabeiras

Horário: 20 hs.


Fazer Teatral de resgate – o grupo  expõe sua historia cênica e seu processo criativo.

 Obs: logo após o espetáculo


01/04/2012

EspetaculoTeatral : “Besouro” J.L.M Produções

Local: Teatro das Bacabeiras

Horário: 17hs e 20 Hs.

Fonte: Mary Paes

terça-feira, 27 de março de 2012

Clube de Cinema apresenta, BAD GUY

No movimentado centro de Seul, um jovem delinqüente observa uma estudante nova sentada em um banco. Ele olha, então se senta ao lado dela. Ela olha para ele, se levanta e vai para outro banco. Ele fica olhando. O namorado dela chega, ela aponta para o estranho, o namorado abraça a garota e leva ela embora. O estranho se levanta, vai até eles, pega o rosto da garota firmemente em suas mãos e a beija demoradamente. O namorado tenta, sem sucesso, separá-los, em seguida, soldados batem no estranho. Ela exige um pedido de desculpas. Ele fica silencioso. Ela lhe dá um tapa e cospe nele. Eles saem. No dia seguinte, ele decide arruinar com a vida dela. Como isso pode acabar?

Trailer: http://fimdecinema.blogspot.com.br/2012/03/clube-de-cinema-apresenta-bad-guy.html

DIA: 31 de MARÇO
HORA: 18h30
LOCAL: Auditório do MIS, segundo piso do Teatro das Bacabeiras

ENTRADA FRANCA


Fonte: Grupo Clube de Cinema do Facebook

sexta-feira, 23 de março de 2012

Carta de repúdio do segmento audiovisual do Amapá ao ex-presidente do Conselho de Cultura do Estado

Carta do segmento audiovisual amapaense
em repúdio ao senhor João Porfírio Freitas Cardoso

O audiovisual amapaense vive um momento de considerável expansão e aprimoramento de seu tripé formação, produção e distribuição. O nível de organização e de participação dos agentes culturais do segmento e sua consequente presença mais efetiva nos espaços de debate da cultura amapaense também tem se ampliado. Esses avanços se refletem em uma interação mais ampla com os demais segmentos culturais e o estabelecimento de canais de diálogo com o poder público.

Contrariando esse momento de amadurecimento que o segmento vem construindo em nosso estado, o ex-presidente do Conselho de Cultura do Estado do Amapá (CONSEC-AP) João Porfírio Freitas Cardoso fez a seguinte declaração, em reunião do segmento Afrodescendente e Culturas Populares realizada no dia 27/02/0212 nas dependências do referido órgão:

“O audiovisual reivindica cadeira [no conselho de cultura do Estado do Amapá]? Reivindica. Mas não tem legitimidade de reivindicar, por que não fez por onde, não foi atrás de produção. Criaram um bocado de cineclube aí, pegaram um monte de filme de fora e saíram passando por aí...mas não tem produção” (Transcrição feita a partir do áudio gravado da referida reunião e disponibilizado pelo CONSEC-AP)

A declaração é curta, mas traz consigo erros graves e demonstram um drástico desconhecimento de causa por parte de seu autor a respeito das características do audiovisual. Apesar de não ser perceptível na declaração transcrita, ela foi feita em uma sala chamada “Plenária Antônio Munhoz”. O professor Antônio Munhoz foi um dos fundadores do primeiro cineclube do qual se tem notícias no estado do Amapá, o cineclube Humberto Mauro, na década de 1970, mostrando que há muito as práticas audiovisuais estão presentes na história do estado que, a época, ainda era Território Federal.

Além desse deslize histórico, a fala é rasa por ignorar vários outros avanços, esses bem mais atuais, que vem fazendo parte da rotina do audiovisual no estado. Abaixo traçamos um breve panorama desses progressos:

Desde 2004, o Amapá vem se inserindo de maneira contundente nas esferas de reflexão, debate e produção do audiovisual nacional. Um marco nesse processo foi a fundação da Associação Brasileira de Documentaristas e Curtametragistas trazendo ao estado a única entidade do audiovisual brasileiro presente em todas as unidades federação,  possibilitando assim, que o edital federal do DocTV pudesse ser acessível ao realizador independente do Amapá. A entidade é ainda filiada ao Congresso Brasileiro de Cinema e ao Conselho Nacional de Cineclubes.

Os agentes do audiovisual amapaense realizam também, desde 2004 o FIM – Festival Imagem-Movimento, esse evento que, junto com o Festival Internacional de Cinema de Manaus, são os dois festivais mais antigos da região norte, garantindo ao estado do Amapá a presença no Guia Brasileiro de Festivais de Cinema e Vídeo. Este mesmo evento recebeu, em 2010, certificação com o selo Cultura Viva, concedido pelo Ministério da Cultura, como uma das 120 melhores iniciativas de comunicação e cultura de todo o país.

O ano de 2011 representa um momento histórico para o segmento no estado. Em seu transcorrer, os cineclubes se expandiram, ao mesmo tempo em que os realizadores independentes diversificaram quantitativa e qualitativamente sua produção. Em uma análise rápida podemos mapear pelo menos 11 cineclubes em atividade e mais de 20 filmes realizados em 2011. Outro passo importante, dado ano passado, foi a realização do 1º Seminário Amapaense de Audiovisual, evento estruturante do segmento que reuniu sociedade civil organizada, indígenas, organizações formais e informais da área, poderes públicos, Ministério da Cultura (SAV – Secretaria do Audiovisual), cineclubes, TVs escolas, representantes de locadoras de filmes e TVs abertas. O evento construiu um amplo lastro para que o segmento pudesse qualificar seus agentes, pontuando metas para a profissionalização e expansão do audiovisual no estado pautada em três esferas de atuação: formação, produção e distribuição. Nesse sentido, tentar desqualificar a prática cineclubista fez o ex-presidente do Conselho de Cultura do estado incorrer em dois erros graves:

1) Desmerecer a prática cineclubista é ignorar sua função transformadora da sociedade que busca a construção de uma autonomia dos sujeitos sociais e a implementação da cidadania cultural e da democratização da comunicação, notadamente em um estado como o Amapá, que conta com 16 municípios, sendo que apenas dois deles possuem salas de cinema.

2) Limita o conceito de audiovisual a apenas uma de suas linhas de atuação que é a exibição (distribuição/veiculação), negligenciando a formação e a produção, áreas em franca expansão no estado;

A produção amapaense vem circulando inclusive em canais educativos de referência na radiodifusão profissional brasileira como a TV Cultura, o Sistema S e TV Brasil, os filmes veiculados nesses canais foram realizados com recursos federais conquistados via editais Doc TV e Etnodoc resultando em 3 filmes realizados pelo primeiro e dois pelo segundo.

Apesar da sabida velocidade/estabilidade da conexão de internet no Amapá, os agentes do audiovisual local chegam a possuir contas em sites de hospedagem com mais de 50 vídeos postados,  ultrapassando a cifra de 10.000 acessos computados.

Dando um passo a mais na direção de socializar informações que possam qualificar a próxima fala sobre audiovisual do ex-presidente do Conselho de Cultura, disponibilizamos, ao fim deste documento, uma lista dos trabalhos independentes realizados no Amapá no ano de 2011, acompanhados da indicação de seus respectivos diretores e dos cineclubes em atividade. A média de produção do segmento é de mais de quase dois filmes por mês, se tomarmos como base o ano passado.

É inegável o nível de organização dos agentes do segmento que vem construindo parcerias duradouras e formais com instituições de grande relevância no estado como o SESC-AP, que atua pioneiramente na cena audiovisual estruturando ações de formação, produção e difusão de audiovisuais, bem como com a Universidade Federal do Amapá, através do projeto de extensão Univercinema, que aglutina ações como o Pró-Estudante Cinegrafia, A escola vai ao cinema e projetos de produção de vídeos que se desenvolvem fora da capital em parceria com o CPPTA – Curso de Pedagogia de Projetos em Temas Ambientais.

Nossas salas cineclubistas estão abertas ao público gratuitamente em vários pontos da capital além de um ponto cineclubista em Porto Grande e outro em Serra do Navio. Realizamos ações com resultados concretos (filmes) em mais da metade dos municípios que formam nosso estado através de oficinas de realização audiovisual gratuitas, ofertadas em centros comunitários e escolas. Temos uma agente do segmento selecionada, há um ano e meio, para o curso de Altos Estudos Cinematográficos na Escola Internacional de Cinema e TV de Cuba, uma das instituições mais respeitadas no ensino do Cinema na América Latina.

É possível dizer que um segmento com esse panorama não tem legitimidade?

Gostaríamos de concluir este documento, afirmando o respeito do audiovisual para com os demais segmentos culturais, tenham eles ou não cadeira efetiva ou suplente no Conselho de Cultura. Temos consciência que uma palavra chave para entender a cultura é “diversidade”. Não se hierarquiza cultura, não se hierarquiza segmentos culturais e o audiovisual, por sua própria constituição, compreende e defende isso: nossos filmes precisam dos músicos e cantores daqui, precisamos da cenografia das artes visuais, precisamos dos inspirados textos dos escritores amapaenses, precisamos dos atores do nosso teatro. E, por fim, colocamos nossas ferramentas a disposição de todos os segmentos que se interessem por documentar um pouco de sua história no estado, para que incorreções como essas, que motivaram esse texto, deixem de ser proferidas sobre qualquer um dos segmentos que constroem diariamente a nossas referências culturais. Saudações audiovisuais a todos!

Macapá, 22 de março de 2012

Assinam esta carta:

Entidades Nacionais:
- CNC - Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros
- CBC – Congresso Brasileiro de Cinema

Entidades do audiovisual Amapaense:
- Associação Brasileira de Documentaristas e Curtametragistas do Amapá
- Liga Amapaense de Cineclubes

Festivais:
- Festival Imagem-Movimento – FIM, AP
- Festival Santa Maria Vídeo e Cinema - SMVC, RS
- Mostra do Filme Livre - RJ/SP/DF
- Festival Ratoeira/RJ

Coletivos:
- Coletivo Palafita
- Fotógrafos Anônimos

Cineclubes amapaenses:
- Univercinema - UNIFAP
- Cine Paraíso
- Cine Periferia
- Cine Poraque
- Cine Zoom na Norte
- Pium Filmes
- Clube de Cinema
- Cinemando na Amazônia

Cineclubes de outros estados:
- Cineclube Nangetu - Belém/PA
- Cineclube da Irmandade - Ananindeua/PA
- Cineclube SMVC - RS
- Cineclube Lanterninha - Aurélio - RS
- Cineclube Beco do Rato - RJ

Redes:
- Rede de Cineclubes de Terreiros da Zona Metropolitana de Belém -PA
- Projeto Azuelar/Ponto de Mídia Livre - Belém/PA

Agentes Individuais:
- Arthur Leandro/ Diretor Regional Norte do CNC e Coordenador do GT de Comunidades Tradicionais da Federação Paraense de Cineclubes;
- André Sandino/Coordenador do Cineclube Beco do Rato /Diretor de acervo da Associação de Cineclubes do Rio de Janeiro -Ascine-RJ;
- Alexandre Brito/ realizador independente do Amapá/ FIM;
- Augusto (Tuto) Pessoa-Lobo/ Conselheiro de Cultura [Audiovisual] do Estado do Amapá;
- Ana Vidigal - ABDeC/AP;
- Otto Ramos / Vice Presidente do Consec, Membro do Colegiado Setorial de Musica do CNPC/Minc, Circuito Fora do Eixo, Partido da Cultura;
- Carla Antunes/ Clube de Cinema/ FIM
- Lucila  Malcher/ Professora, Pedagoga, Especialista em Tecnologia Educacional e Gestão do Trabalho Pedagógico;
- Socorro da Silva/ TV Escola Amapá;

Audiovisuais produzidos em 2011:
01 - Açucena;
Diretor: André Araújo
02 - Vale à pena?
Diretor: Lucas Penafort
03 - Última Sessão;
Diretor: Jamile Gurjão
04 - Entre Margens;
Diretores: Odivar Filho e Liliane Oliveira
05 - Memória fotográfica;
Diretora: Mary Paes
06 - Cantando na chuva;
Direção: Emília Garçon
07 - RDS Iratapuru;
Direção: Gavin Andrews
08 - Amapá: vestígios de uma guerra perdida;
Direção: Wilza Souza
09 – Vloger Fora de rota;
Diretores: Helder Ramon e Paulo Rafael
10 - Sem sinal;
Diretor: Alexandre Magnus
11 – Situação de risco
Diretor: Alexandre Magnus
12 - Doido;
Diretor: Aluízio Guimarães
13 - Canto da sereia;
Diretor: Graciliano Galdino
14 - Programa de tv Interferência
Diretor: Darlan Costa
15 - Só termina quando bacaba
Direção: Coletiva
16 – Palafita Web TV
Direção: Coletiva
17 – Deu a louca no boto cor de rosa
Direção: Aog Rocha
18 – A rosa
Direção: Dominique Allan
19 - Documentário Festival Quebramar -IV Edição
Direção: Palafita Comunicação
20 - As escravas da Mãe de Deus
Direção: Decleoma Pereira
21 - Mistério Serrano
Serra do Navio
Direção: Coletiva

quinta-feira, 22 de março de 2012

30 anos da Besta!!!


''Ai de vós, ó Terra e Mar/pois o Demônio envia a besta com ódio/Porque ele sabe que o tempo é curto... /Deixe aquele que compreende reconhecer/ o número da besta porque é um número humano/Seu número é seiscentos e sessenta e seis."

Assim narra a misteriosa e sinistra voz do ator Barry Clayton, seguido de um ótimo riff de guitarra, na música tema de um maiores clássicos do hevay metal e da fonografia mundial. Hoje, 22 de março, vão-se bravos 30 anos de lançamento do álbum ''The Number of The Beast''. Sim, o disco que definitivamente colocou o Iron Maiden no topo.

Depois de revolucionar o rock and roll no inicio dos anos 80 com “Iron Maiden” e “Killers” e seu New Wave of British Heavy Metal (N.W.O.B.H.M.) a banda se tornaria uma das maiores de todos os tempos, influenciando milhares de novas bandas em todo o planeta.

Marcando a estreia do jovem Bruce Dickinson no vocal, que diferente de Paul  Di’Anno, apresnetou uma voz marcante e com vários e potentes agudos, além de ótima presença de palco. O disco também foi o último do baterista Clive Burr com a banda, em seguida deu lugar a Nicko McBrain. Completavam a trupe Adrian Smith, na segunda guitarra, e, claro Harris e Murray - "a" dupla de ferro'' do Maiden.

E três décadas depois, a maior arma da Donzela de Ferro não demonstra sinais de fraqueza. Para os fãs headbangers, continua sendo um repertório tão potente quanto era nos anos 1980.E em questão de lucros, também mostra a que veio. Até hoje, ''The Number'' vendeu cerca de 16 milhões de cópias em todo o mundo. O álbum causou muita controvérsia e revolta na época de seu lançamento por conta da figura do demônio em sua capa e obviamente que não poderia faltar Eddie, símbolo master da banda.

Por mais que seja tocada milhões de vezes, sempre é empolgante ouvir os clássicos do álbum, como a faixa-título, ou outros hinos como ''Run to The Hills'', que ficou marcada pela introdução inconfundível de bateria, pelas partes de guitarra "marteladas" e pelo refrão de fácil digestão. Há também a ''Hallowed Be Thy Name'', uma das melhores do Maiden, na minha opinião.

The Number of the Beast' possui  a produção de Martin Birch, um dos responsáveis pelo império imbatível que o Maiden ergueu, e arte de capa assinada por Derek Riggs, o "pai" do mascote Eddie.

Em resumo, quando se fala em Iron Maiden, logo se vem na cabeca esse álbum. Mas pode uma paixão durar por muitos e muitos anos assim? Dependendo da paixão, basta olhar para a data de hoje e ver que a cada ano que se passa, essa relacao com os fã nõ apresenta sinais que irá esfriar. pelo contrário, o calor aumenta, como se, simbolicamente falando, todos estejamos em um inferno, celebrando o Six, Six, Six do Iron Maiden.

Confira abaixo o repertório oficial de 'The Number of the Beast':

01. Invaders
02. Children of the Damned
03. The Prisoner
04. 22 Acacia Avenue
05. The Number of the Beast
06. Run to the Hills
07. Gangland
08. Hallowed Be Thy Name

 Fontes: site Kiss FM

 Leitura Musical

Whiplash

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