para todas as línguas

Pesquisar este blog

Mostrando postagens com marcador 2012. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador 2012. Mostrar todas as postagens

sábado, 15 de dezembro de 2012

RESENHANDO - "O Hobbit - Uma jornada inesperada"




*Contém Spoliers

Ao contrário do título do primeiro longa de "O Hobbit" essa jornada era muito esperada por fãs no mundo inteiro, que estreou nos cinemas nessa sexta-feira (14). A pré-sequência de "O Senhor dos Anéis" estreia com alta expectativas, especialmente pelo sucesso da trilogia dirigida por Peter Jackson e o sucesso desse clássico da literatura inglesa.




Na trama, uma grandiosa fortaleza é invadida por um temível dragão conhecido por Smaug, que força a raça anã a abandonar a fortaleza e buscar um novo local para viver. Aproximadamente meio século depois, Thorin, o líder anão, decide cumprir a palavra de seus antepassados e retornar a cidade protegida por Smaug a seus verdadeiros donos. Nessa jornada de estão 13 corajosos anões,  o mago Gandalf, o Cinzento, e Bilbo Bolseiro, um pacato hobbit, do Condado, respeitável e conservador. Juntos, eles saem em uma aventura para retomar a Montanha Solitária, reconstruir um reino para os anões e tomar o tesouro guardado pelo dragão.



No quarto capítulo de "O Hobbit",  - Montanha Acima, Montanha a Dentro - J.R.R Tolkien nos diz: "Tinham um rancor especial pelo povo de Thorin, por causa da guerra da qual vocês ouviram falar, mas que não entra nesta história". O livro possui uma narrativa mais simples e infantil que da trilogia "O Senhor dos Anéis", e essa atmosfera foi transferida para "Uma Jornada Inesperada", mas com diferenciais acréscimos de Peter Jackson. Na adaptação, o cineaste acrescentou várias subtramas paralelas e referências  apenas mencionadas, ou que constam em outros textos de Tolkien   nos anexos presentes ao final de O Senhor dos Aneis: O Retorno do Rei e "O Silmarillion".






O fato de ele somar ao roteiro personagens que  não aparecem neste livro, como o mago Radagast
a conversa que Gandalf teve com a Galadriel, Saruman e o Elrond, além do vilão orc Alzog, gera como  resultado foi uma história mais enriquecida, com maior destaque para detalhes, que toca o coração dos espectadores e ao mesmo tempo repassa fielmente a mensagem e história do livro. 



Fora o show de atuações do elenco, como o sempre competente Ian McKellen, como Gandalf e destaque para o personagem-título, Bilbo Bolseiro, interpretado por Martin Freeman, que fez um excelente trabalho. o personagem atrapalhado e esperto é perfeito para ele. Fora o show de atuação que ele realizou com Andy Serkis, que interpreta o Gollum, na clássica cena das adivinhas no escuro, onde Bilbo encontra o famoso anel "precioso". Também faz excelente atuação Richard Armitage, como o líder anão Thorin. O ator repassa perfeitamente o jeito líder e durão, mas ao mesmo tempo fraterno do anão.





Falar da beleza de como foi feito os cenários, figurinos, entre outros fatores que são características consagrantes da direção de Jackson é chover no molhado e pode render milhares de parágrafos. Então irei resumir que estes recursos foram novamente muito bem explorados pelo neo-zelandês. As cenas de ação são de encher os olhos, que ganharam maior destaque com o efeito 3D. A trilha sonora de Howard Shore é emocionante, especialmente nos momentos da música Misty Mountains Cold em coro pelos anões ou nas próprias notas tocas ao longo das tomadas aéreas.



A característica dos personagens, especialmente a coragem dos anões, a beleza dos elfos, a sabedoria de Gandalf e a nobreza do hobbit complementam essa bela montagem da obra tolkeniana. Aos fãs digo, não esperem ver um segundo "O Senhor dos Anéis", até porque a obra tem narrativa diferenciada. A maneira como Peter Jackson desenvolveu a trama, sem tirar fatos importantes, ao contrário acrescentando de maneira sutil e esperada, são o grande trunfo de "Uma Jornada Inesperada", que possui um grande desfecho, deixando ótimas expectativas para a segunda parte. Quem não viu, vá logo ao cinema para conferir porque este é o filme que fecha 2012 e vai marcar, por muitos anos ainda, uma nova trilogia que vai crescer tanto quanto quanto a primeira trilogia. Como fã, fiquei muito satisfeita e ansiosa para "A Desolação de Smaug"







segunda-feira, 19 de novembro de 2012

RESENHANDO - Adrenaline Mob - Omertá



Em 2011, um supergrupo de heavy metal surgiu, para levar ao público um trabalho diferenciado, estrelado por granbdes nomes do gênero, Russell Allen (Symphony X), o guitarrista Mike Orlando e o baterista Mike Portnoy (Ex-Dream Theater, Flying Colors). Atualmente o baixista John Moyer (Disturbed) completa o time. A expectativa de muitos fãs era que com essa reunião, coisa boa iria sair.

E com sensação de prazer, ao ouvir pela primeira vez, pude comprovar que este projeto é diferente de tudo que foi feito nas consolidadas carreiras dos componentes. E isso é o que o torna mais interessante. Omertá mescla metal alternativo, industrial, progressivo e tem até alguns toques de thrash e baladas emocionantes, na linha hard rock!

Difícil destacar quais as melhores qualidades de Omertá, foi reunindo músicos tão talentosos, o resultado é a mistura das principais influências, mas ao mesmo tempo, mostrando algo novo. A poderosa voz de Russel chama a atenção, com rasgado e agressividade. Além disso, o ritmo forte e os solos de guitarra técnicos de Mike Orlando, aliado ao peso na bateria de Portnoy são características da banda.

Com 11 faixas, o álbum é cheio de peso e com refrões que cativam o ouvinte, e apesar soar constante, não é enjoativo. As faixas são pesadas e com uma mistura de groove e riffs cativantes, cortesia de Mike Orlando, que também assume o baixo na gravação.

A primeira faixa "Undaunted" abre com o peso digno do heavy metal, com riffs matadores, bateria monstruosa, com menos técnicas e mais pesos, além de um vocal marcante, menos agudo e mais agressivo. Em seguida, as faixas "Psychosane" e "Indifferent" a qualidade da cozinha no som é indiscutível  Em polgação é a palavra-chave das músicas, além da harmonia feita pelos componetes da banda, em passagens pesadas e melódicas.



"All on The Line", "Believe Me" e "Angel Sky" são as baladas perfeitas, com aquele empolgante clima dos anos 80, mas destaque grande para as guitarras de Orlando, fazendo as canções se tornarem tão belas e cheias de atitude rock and roll (dignas de hard rock), especialmente a primeira citada anteriormente.

E mais feeling do metal com as faixas "Hit The Wall" e "Feelin´Me", e a segunda muitos críticos da imprensa especializada consideraram Scorpions total, e eu divido essa opinião em partes, pois é claro que dá para comparar essa sonoridade com o heavy metal de qualidade do grupo da Alemanha, mas acrescento que aqui o som está com mais "adrenalina".

Em "Come Undone" não percebe-se a princípio não percebe-se que a faixa é um cover (muito bem feito) da canção da banda Duran Duran, gravada em 1993. Digo que não percebe-se porque, ao ouvir a faixa original, percebi a originalidade da banda em fazer uma versão própria de uma ótima canção, sem parecer um clone e ao mesmo tempo, sem perder as características da música. Ótimo! E a variação vocal de Russel é um show à parte. Com as ótimas e pesadas "Donw to the Floor" e "Freight Train" fechando o álbum, finalizo com a sensação de que mais um ótimo trabalho foi lançado no heavy metal.

De prog metal só temos a carreira dos componentes Russel e Portnoy, pois o trabalho feito em Omertá apresenta ao público músicas feitas com energia e cheio de groove. Essa superbanda chegou mostrando o seu som, metendo o pé na porta, sendo um destaque no meio rock e metal a nível mundial. Com criatividade e maturidade na música, os integrantes mostraram que sabem inovar, sem deixar de lado os estilos que os consagraram. Um trabalho divertido, para se ouvir muitas vezes, no volume mais alto!

01. Undaunted
02. Psychosane
03. Indifferent
04. All on the Line
05. Hit the Wall
06. Feelin’ Me
07. Come Undone
08. Believe Me
09. Down to the Floor
10. Angel Sky
11. Freight Train

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Tim Burton revela como se envolveu em "Abraham Lincoln - Caçador de Vampiros"




Por  Steve Weintraub para site Omelete (de Hollywood)

O correspondente Steve Weintraub teve a oportunidade de conversar com Tim Burton, que acaba de produzir o filme Abraham Lincoln - Caçador de Vampiros (Abraham Lincoln: Vampire Hunter). No bate papo, ele contou como escolhe os seus projetos, como participou da produção e quais são alguns de seus filmes preferidos.

Eu tenho que começar dizendo: eu fui fã do seu trabalho basicamente a minha vida inteira. Então, é um prazer finalmente conversar com você. Obrigado, prazer em conhecê-lo. E eu quero perguntar: quais são alguns de seus filmes preferidos? Um dos filmes que se você estivesse preso em uma ilha deserta você teria que ter com você.

Tim Burton: Bom, foi isso o que eu gostei desse filme. Quando eu ouvi o título pela primeira vez, eu falei: "Eu preciso ver esse filme." Porque me lembrava de filmes... que eu via quando criança. Coisas como... "Blácula, o Vampiro Negro", ou "O Médico e a Irmã Monstro". De uma forma estranha, como em filmes de ficção científica japoneses. Então... Eu amo qualquer filme de monstro. E... E, como eu disse, quando eu ouvi o título, era tudo o que eu precisava ouvir. E falei: "Eu quero ver esse filme".

Bom, você está produzindo esse filme, e eu estou curioso sobre quanto você se envolveu durante a filmagem propriamente dita. Ou você estava lá para a pré-produção, e talvez a pós-produção, e Timur está fazendo o seu filme, ou...? Você poderia falar sobre isso?

TB: Bom, para começar... Porque eu trabalhei com Timur e Jim como produtores, e nós conversamos sobre só produzir esse filme. Mas com o passar do tempo, eu ouvi Timur falando sobre o filme, que falei para ele: "Você tem que fazer o filme." Porque ele tinha tanta paixão pelo filme. Eu amei as suas ideias para o filme. E aí eu finalmente falei: "Eu quero ver a sua versão do filme!" Então, para mim, principalmente como um diretor, eu sei o que eu gosto de pegar... Então, para mim, foi simplesmente ajudar o projeto, e realizá-lo, e... Porque cada projeto é muito difícil de fazer, então, como eu disse, eu só queria dar apoio à visão do Timur sobre o filme.

Eu sempre gosto de perguntar aos diretores, o que eles acham do processo de sessão teste, a sessão teste para os amigos e família. Você é fã do processo de sessão de teste, ou você meio que...?

TB: Não. Nem um pouco. Eu realmente não gosto. É difícil assistir aos filmes que eu dirijo. E... Quando eu vou nestas coisas, eu tenho uma experiência fora do corpo. Pode estar indo bem, mas eu quero me matar. Eu acho que não está indo bem. Eu não posso dizer nada sobre elas. Então, eu não sou muito fã. Especialmente os cartões para escrever. Eu não sou fã. Pode ajudar… Mostrar para um público pode te ajudar a ver como está o filme, mas... eu não gosto.

Eu entendo. Eu estou curioso... Você dirigiu vários filmes ótimos, e DVD e Blu-ray se tornaram uma parte importante da indústria. Estou curioso se há muitas cenas deletadas dos seus filmes anteriores, que estão guardadas em algum lugar, ou esse material já foi lançado.

TB: A maioria já foi lançada. Eu não tenho coisas a mais quando eu filmo alguma coisa. Eu não tenho muitos extras. Tem algumas cenas... Às vezes, em um filme, como em "Ed Wood" em que eu coloquei algumas cenas deletadas no final. Eu faço isso às vezes. Mas, na maioria das vezes, não tem muitas cenas deletas para mostrar. Eu tento filmar, e não deixar muito para fora na edição. Dói muito. Machuca muito filmar alguma coisa e ter que cortar depois.

Estou curioso, especificamente, se há cenas de "Os Fantasmas se Divertem" ou "As Grandes Aventuras de Pee-wee" que nunca foram lançadas.

TB: Sim. Não há muito de "Os Fantasmas se Divertem". Talvez algumas em "As Grandes Aventuras de Pee-wee". E algumas em... Não tem muita coisa de "Batman"ou "Batman: O Retorno". Têm algumas em "Ed Wood" que eu coloquei no DVD, mas... em "As Grandes Aventuras de Pee-wee" devem ter algumas, mas naquele tempo, o filme pode já estar destruído agora. Eu não sei.

Minha última pergunta para você. Muitas pessoas têm falado, Seth também falou, sobre a sequência de "Os Fantasmas se Divertem". Eu estou curioso sobre como está isso na sua cabeça. E também, qual é o seu critério para escolher projetos futuros?

TB: Bom… Eu deixo Seth dizer, porque eu tentei lidar com isso no passado. Eu trabalhei em algumas ideias para "Os Fantasmas se Divertem". Eu meio que deixei isso passar. Eu gosto de trabalhar com Seth, então eu disse: "Porque você não faz alguma coisa, e eu olho depois?" Porque eu não queria colocar nada de uma vez no roteiro. Eu queria ver... Então, estou esperando para ver o que ele faz. Mas, eu amo o personagem, e eu amo trabalhar com Michael Keaton. Foi um ótimo papel para ele. Então... Vamos ver em que Seth pensa.

E critérios para projetos futuros?

TB: Você nunca sabe. Tem que mexer com a sua emoção. Como eu disse, com este filme, eu ouvi o título e me bateu. Você nunca sabe o que vai acontecer. Você não sabe como vai se sentir com o passar dos anos. Então, eu tento me deixar aberto. E ainda há algumas coisas pessoais que eu quero fazer. Eu quero fazer que... Mas às vezes demora. Como "Frankenweennie", que demorou uns dez anos para voltar a vontade de querer fazer de novo.

Legal. Eu tenho que terminar, mas muito obrigado, e muito prazer em conhecê-lo.

TB: Obrigado.

Tenha um ótimo dia.





Abraham Lincoln - Caçador de Vampiros estreia no feriado do dia 7 de setembro.



segunda-feira, 30 de julho de 2012

"Batman, o Cavaleiro das Trevas Ressurge" encerra de maneira digna trilogia




ATENÇÃO: CONTÉM SPOILER


Após quatro anos de espera, chega aos cinemas “Batman, o Cavaleiro das Trevas Ressurge” encerrando assim a trilogia conduzida por Christopher Nolan, desde 2005, com Cristian Bale na pele do homem-morcego. E como fã digo: esta saga merece o seu lugar marcado no hall das grandes trilogias do cinema. Antes de partir para o terceiro longa em si, acrescento que Chris Nolan conseguiu passar o que queria, um Batman mais realista, um incrível detetive, um homem com seus ideais e conflitos por trás da máscara (seja de Batman ou Bruce Wayne). 




E mais uma vez o diretor afirmou que o seu “Batman” não é a adaptação de nenhuma HQ, e sim um mescla de várias sagas adaptadas para assim costurar o seu universo. Batman não possui superpoderes. É um homem que dedicou a vida e seus recursos a uma guerra contra o crime. Entretanto, logo revelam-se as consequências dessa escolha. 

“Ressurge” apareceu para concluir a história de maneira bacana e surpreendente, com ligação direta com os demais longas. O diferencial é que aqui é história é mais grandiosa, mais complexa e encaixa com o vilão da vez, Bane. 


Vilão


E claro, acompanhando muitas resenhas vejo que o primeiro detalhe logo acrescentado é a falta do psicótico vilão Coringa. Fez falta? Sempre fará, claro. E Nolan realizou a melhor homenagem para o palhaço do crime e Heath Ledger neste terceiro filme: de maneira intocada.  Sim, Heath Ledger interpretou de maneira assustadoramente perfeita o último vilão da franquia, porém, vamos dar uma chance a Tom Hardy, pois seu personagem, Bane, é um torturador de almas, sem coração que faz de tudo para destruir a cidade natal do homem morcego.



As diferenças entre Coringa e Bane permitem ao diretor a possibilidade de explorar dramaticamente diferentes facetas do herói.  Ao levar seu corpo ao limite, Bruce o deteriorou e, agora, ele já não responde mais. Para ressurgir, não só como herói, mas também como ser humano, ele precisa reavaliar as decisões que o trouxeram até aquele ponto, e decidir como prosseguir.  O mercenário Bane aparece então para dar uma agitada, criar o caos, explodir algumas coisas, destruir a cidade, quebrar o Homem-Morcego. Você sabe, o de sempre quando se trata de vilões de quadrinhos.

Bruce terá então de vestir a capa e o capuz uma vez mais para enfrentar um adversário muito mais forte e plenamente capaz de vencê-lo naquela que talvez seja a batalha definitiva por Gotham City.  Para sair do exílio e salvar a cidader, Wayne / Batman procura mais uma vez os serviços de Lucius Fox (Morgan Freeman) e suas armas mais avançadas (na cor preta rsrs). E na colaboração está Comissário Gordon (Gary Odman), um policial novato, John Blake (Joseph Gordon Levitt), uma bilionária de passado obscuro, Miranda Tate (Marion Cotillard) e uma ladra que pode ser uma aliada, Selina Kyle (Anne Hathaway), que por sinal, nunca é chamada pelo nome de Mulher Gato.




Ponto para ela e Nolan. No início desconfiei da presença de Anne no papel, mas hoje entendo o porquê da escolha de Nolan. Além disso, o diretor introduz vários outros personagens de maneira correta, pois nenhum desses papéis é utilizado apenas para preencher espaços. E assim Christopher Nolan usa seu talento e faz o filme de quase três horas passar como se fossem duas. Conseguiu realmente surpreender o público com a caracterização de Robin e a vilã escondida Miranda.


Quem é ligado nas HQs percebe que o roteiro de “Ressurge” é baseado em A Queda do Morcego (com Bane presente, não poderia ser diferente) e Terra de Ninguém. E dessa vez os desafios enfrentados pelo herói são maiores, literalmente.  O Batman perfeito e quase indestrutível de “Cavaleiro das Trevas” já não existe mais. Agora ele é mais humanizado e claro, com o toque realista que destacou essa saga.




Com quase 3 horas de duração, o filme prende seu público do início ao fim.  a conclusão digna e mais que satisfatória do Batman de Christopher Nolan. Assim como seus antecessores, é um filme do personagem feito por quem o compreende, ou seja, os seus fãs. É entretenimento de primeira, com uma qualidade absurda, que tanto faz falta nos atuais blockbusters lançados em Hollywood. 

É para ser visto mais de uma vez e apreciado, junto das outras partes da trilogia, como a melhor encarnação do Morcegão no cinema. Dever cumprido. Nós, fãs, claro agradecemos muito.







PS. Se você ainda não assistiu aos filmes, corra! Se você assistiu, deixe seus comentários [por favor, se for dar spoiler, escreva em caixa alta SPOILER SPOILER SPOILER]. Realmente espero que tenham gostado, realmente espero que adorem o filme.





segunda-feira, 2 de julho de 2012

Marcelo Barbosa: música mesclada com a vida





Por: Jéssica Alves

Fotos: Thiago Gama

Na semana passada, o conceituado músico Marcelo Barbosa - guitarrista das bandas Almah, Khallice e o projeto Brasília Zero 10 - esteve pela segunda vez em Macapá, para a realização de um workshop, no dia 27 de junho, no Centro de Convenções João Batista de Azevedo Picanço.

E pode-se dizer que desde cedo a música está presente na vida do rapaz, pois desde os 17 anos já era músico profissional, ministrando aulas em Brasília, em duas grandes escolas. Aos 21, iniciou os trabalhos do Instituto GTR, escola de música cuja metodologia foi desenvolvida por ele próprio e que vem crescendo a cada dia, que há 16 anos é considerada conceito no país, com duas unidades na capital do país e uma em Florianópolis (SC), fundada recentemente. Seu currículo impecável ainda conta com uma bolsa de estudos na Berklee College of Music -  a mais conceituada faculdade de música do mundo, localizada nos Estados Unidos - a qual ele foi selecionados entre 400 concorrentes de todas as partes do mundo.

Em uma entrevista concedida para o blog, Marcelo relatou sobre o seu trabalho musical, editorial (escreve para a revista especializada “Cover Guitarra” e é autor de um livro sobre a “Técnica do Toque de Mestre”), Almah, Metal Open Air, entre outros assuntos. Um músico com tanta personalidade e história, não poderia ficar de fora do Olhar Alternativo.

Olhar Alternativo – Ano passado você esteve presente no Amapá tocando com a banda Angra, substituindo o Kiko Loureiro e agora estará ministrando um workshop. Como foi essa experiência de tocar com o Angra e o que você aponta de diferencial em ministrar workshops?

Primeiramente vim com o Angra tocar em Macapá e nesta época o Kiko estava na Finlândia, acompanhando sua esposa que na época estava grávida e por isso ele se ausentou e alguns shows. A pedido dele próprio, o substituí neste período e por sinal, tive pouco tempo de tirar as músicas, pois ter cinco dias para ensaiar 15 músicas e ainda do Angra, é algo a se pensar (risos). Mas o show aqui em Macapá foi bem bacana, pois foi o encerramento de um clico que eu toquei com a banda. Na noite anterior, tocamos em um grande festival de Brasília, o Porão Rock, e achei bacana virmos para o Amapá, apesar da minha família ser de Belém (PA), Macapá era uma cidade que eu não sabia quando teria a oportunidade de conhecer e fiquei muito feliz de tocar para esse público bacana e bem interessante. Fiquei feliz quando recebi o convite para retornar a capital e mostrar também no workshop o meu trabalho como músico e professor de música. O work é um trabalho que gosto muito de fazer, pois além da maior interação, posso divulgar melhor meu trabalho, a minha vida e a minha forma de ver e fazer música.

Olhar - Você se dedica a diversas atividades, com três bandas, um projeto instrumental e ainda possui uma escola de música. Como surgiu a ideia de fundar o Instituto de Música GTR?

Marcelo - Pois é, acho que talvez eu seja hiper-ativo ou coisa assim (risos). Paralelamente aos projetos que você citou me dedico muito a projetos didáticos. Desde cedo decidir ser músico e viver disso, por isso comecei a dar aulas aos 17 anos de idade em escolas de outras pessoas. Mas ao mesmo tempo me incomodava o fato de muitos músicos terem a insegurança, lá em Brasília, de a cidade não oferecer ambientes propícios do aprendizado musical de alta qualidade e com o objetivo de ir em frente, apostando nos músicos. Como eu não consegui isso nas escolas que eu dei aula, acabei por conta própria alugando uma sala, que depois virou uma sala maior, depois uma loja maior de 3 andares, e  hoje em dia, temos 2 unidades em Brasília e outra inaugurada em Florianópolis. Me vi empresário, foi algo que aconteceu de uma necessidade, queria viver de musica, da melhor maneira que eu conseguisse, para mim foi algo mais fácil e natural, pois fui em busca desse objetivo.

Olhar - Além da música, você também escreveu um livro, falando da técnica do toque de mestre, como foi isso?

Marcelo - Na verdade eu escrevi todo o material didático do GTR, e um amigo meu inaugurou uma rede de escolas com aulas de bateria, o Batera Beach (que posteriormente virou Music Beach) e ele me chamou para escrever para a guitarra metodologia, que tem na Espanha e em Brasília e o Toque de Mestre é uma apostila, em forma de livro, e fui colunista da Cover Guitarra e na época eles chamaram vários guitarristas para escrever sobre métodos específicos, e eu escrevi sobre o toque de mestre, que eu falei sobre essa técnica desenvolvida, foi bem vendido e eu curti muito fazer.

Olhar – Você foi aos Estados Unidos estudar na prestigiada Berklee College Of Music, uma conceituada faculdade de música. Defina essa experiência.

Marcelo – Foi a realização de um sonho, pois queria esse feito desde a minha adolescência. Quando consegui juntar um dinheirinho, em 2002 pintou a oportunidade de fazer esse curso que era um intensivo de cinco semanas, juntei o que eu tinha de dinheiro na época, fui e foi uma experiência muito legal porque mudou alguns paradigmas em relação a interação entre músicos. A prova disso foi que entre mais de 400 guitarristas do mundo inteiro eles selecionaram 14 desses para ganhar uma bolsa de estudos, voltar a Berklee para fazer o curso regular, e fui um desses 14 guitarristas, então isso foi muito legal pois valorizou muito minha carreira como músico.

Olhar - Além das bandas de metal Almah e Khallice, você toca em uma banda de pop rock chamada Brasilia Zero 10. Como é esse seu trabalho?

Marcelo - Na verdade, é algo diferente de trabalho, porque ate hoje estou na banda, temos uma agenda lotada, tocamos todo sábado em Brasília, e é formada por amigos de infância que curtem musica boa. Sempre escutei musicas mais pops, de qualidade como Simple Red e gosto de escutar e estudar outros estilos. Gostamos de tocar musicas pop com roupagem mais rock and roll. É uma banda que além de fazer parte da minha fonte de renda, também é muita diversão, e quando tenho que viajar, acabo colocando algum ex-aluno para tocar em meu lugar. Às vezes fico  meses sem aparecer, e acabo virando uma “participação especial” (risos).

Olhar - Dentre suas bandas, o Almah, projeto iniciado por Edu Falaschi do Angra, é o que mais vemos na mídia. É a sua prioridade?

Marcelo: Atualmente sim. Investimos muito tempo e energia neste projeto e devido ao fato do Edu e do Felipe Andreoli tocarem na banda, conquistamos rapidamente um certo espaço. Isso é uma coisa que não podemos simplesmente ignorar. Ninguém vai plantar laranja se está na época de maçãs. Mas isso não quer dizer que os outros projetos estão parados. Eu apenas tive que readaptar a minha vida para essa realidade relativamente nova.

Olhar - O Edu Falaschi informou em seu Twitter uma nova música para o próximo álbum do Almah.  Como você define o processo de trabalho na banda?

É diferente porque cada um mora em lugares diferentes e o Edu é um grande compositor, está sempre compondo facilmente, as vezes estamos viajando de avião, tem uma ideia, grava e nos mostra, então ele esta sempre criando, tem uma mente que trabalha muito. Muitas vezes a maior parte das musicas surgem por parte do Edu, que em o esqueleto da musica, com refrão e ritmo e chagamos com as partes instrumentais, solos, discute harmonia, ritmo. Há musicas específicas, como por exemplo a ultima musica do Motion (2011),"When And Why", que eu já tinha a introdução dela pronta e compus com o Edu em menos de 40 minutos, enquanto o pessoal trabalhava no arranjo das demais musicas, já tínhamos uma nova, É algo bacana, transformar as partes individuais em uma coisa em conjunto.

Olhar – O Almah, passou rapidamente por duas mudanças em sua formação, com a saída do Paulo Schroeber, por motivos de saúde, e o Felipe Andreoli. Como está a interação com o novo membro, Gustavo de Pádua?

Marcelo - Eu já conhecia o Gustavo há um tempo, desde a Feira de Música em São Paulo, Expomusic e ele é patrocinado por uma marca de pedais (NIG) que também me patrocina. Apesar do entrosamento com o Paulo ter ocorrido naturalmente, pois ele exímio guitarrista, super gente fina e tranquilo, com o Gustavo a coisa foi mais fácil, porque ele curte outras coisas além do metal. O Paulo é um cara com veia no thrash metal e o Gustavo veio trazer um swing, groove e por esse lado, ele vai somar com o Almah. O Paulo saiu por motivos de saúde, e sempre vai ser o nosso amigo e companheiro no Almah. Até tinha a ver um negão e um loirão nas guitarras (risos).


Olhar – Em 2012, a banda realizou um show elogiado no Metal Open Air, em São Luís (MA), tocando de graça para milhares de fãs. Apesar disso, banda recebeu críticas. Como vocês lidaram com essa situação?

Marcelo – Bom, nós já estávamos na cidade, o público estava lá, a banda completa, optamos por tocar, apesar dos problemas. Fomos ao São Luís confiando na palavra da produção, e acabamos tocando de graça, que profissionalmente foi um problema, normalmente não iríamos aceitar. Mas por outro lado, quisemos respeitar o nosso público, não tocamos para alavancar o nome do festival e nem de quem o produziu. Tocamos para os nossos fãs, que viajaram de outras cidades e também que moram em São Luís e pagaram para ver nossa banda. Claro que compartilhamos toda a indignação, mas não queríamos ficar no hotel, queríamos tocar e fizemos isso. O resultado foi um show maravilhoso, o qual não me arrependo de nada e se pudesse, faria de novo, em respeito a nosso público.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

RESENHA – Os Vingadores (The Avengers - 2012)



Salve queridos leitores do Olhar Alternativo. Agora chegou a minha vez de compartilhar com vocês uma resenha sobre o filme pop mais aguardado, com os heróis da temporada: Os Vingadores (The Avengers - 2012), que é a consolidação de um grande projeto da Marvel Studios, que desde o lançamento de Homem de Ferro (Iron Man – 2008), possui esta ousadia de criar filmes interligando o universo dos super-heróis, no estilo das historias em quadrinhos.

 Atenção: O TEXTO PODE CONTER SPOILERS!



Eu diria que foi uma bela jogada essa da Marvel, apresentar os heróis um a um, em produções solos, para assim preparar o publico para essa união, somando a fidelidade das HQs com a estética do entretenimento cinematográfico, resultando assim em um divertido filme de ação/super-heróis. Então depois de quatro ou cinco longas, surge Os Vingadores, em um ano cheio de produções baseadas em HQs, como Homem-Aranha e a conclusão da trilogia do Batman, dirigida por Christopher Nolan. 


Joss Whedon, comanda a direção (e também assina o roteiro da produção) e não decepciona ao transportar a equipe formada por Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), Capitão America (Chris Evans), Thor (Chris Hemsworth), Viúva Negra (Scarlett Johansson), Gavião Arqueiro (Jeremy Renner), e Hulk (Mark Ruffalo), desde o inicio da película, quando Loki (Tom Hiddleston) surge e apodera-se da Tessecrat, uma pedra radiotiva que, nas mãos erradas, possui poderes terríveis. Diante de uma potencial crise no setor mundial, Nick Fury (Samuel L. Jackson) pede demissão e retoma uma antiga idéia: reunir um grupo de super-heróis que se chamariam Os Vingadores.




 Em 2h22, o diretor não desperdiça e consegue mesclar muita ação, comedia, aventura e pitadas de dramas pessoais no longa. Um exemplo disso e o embate ideológico entre o Capitão America e o Homem de Ferro.

O patriota bandeiroso questiona se sem a armadura, Tony Stark e realmente um herói. O gênio, playboy, bilionário e filantropo (como ele se rotula, em resposta) retruca dizendo que Steven Rogers é uma lenda graças a um experimento de laboratório. E durante todo o longa-metragem, os constantes combates físicos e verbais entre os membros do grupo podem até levar parte do público a pensar se os Vingadores realmente serão capazes de cumprir sua missão sem matar uns aos outros.




Porque todo leitor de quadrinhos de super-heróis sabe que, quando dois personagens se encontram, eles primeiro devem lutar entre si para depois chegarem a um acordo trabalharem em equipe (e que quebra-pau rsrsrs). Diante desta tensão, reside um dos maiores trunfos do Universo Marvel: a humanidade de seus heróis. Pessoas de temperamento forte e diferentes visões de mundo, capazes de cometer erros e, ao mesmo tempo, praticar os mais nobres atos de heroísmo. As cenas de luta são fantásticas, como a do Homem de Ferro contra o Thor, e também destaco a do Deus Nordico contra o gigante esmeralda Hulk.




E a ação do longa? As cenas são de encher os olhos e fazer a cabeça girar! Doses grandes de explosões, com cenas de filme catástrofe. Toda a ação acontece em vários níveis e com a participação de todos.

Em quesito de atuação, todos os heróis têm seu brilho, mas como sempre Robert Downey Jr. rouba a cena, cada vez mais a vontade com o seu Tony Stark (cada vez mais rock and roll!), Tom Hiddleston, numa interpretação que faz justiça ao título como Loki é conhecido nos quadrinhos, o Deus da trapaça e da intriga. Thor como sempre, impagável com seu jeitão nórdico, que forma uma bacana dupla com Hulk.


E também a zebra com certeza foi Mark Ruffalo, conhecido for fazer comédias românticas água – com – açúcar, mas que se muito bem atuando o Dr. Bruce Benner. E claro o gigantão esmaga mesmo, com direito a uma divertida cena com o vilão Loki. E sobra também para o Thor lutar com ele. Tirando algumas (poucas) cenas desnecessárias de um Hulk mais cômico, a participação dele foi a melhor de todos os outros longas, na modesta opinião desta blogueira.



As sacadas nerds do filme também são ótimas, como quando o diretor brinca com um agente da sisuda S.H.I.E.L.D. jogando uma partida de Galaga (game clássico de naves) e com Stark chamando o Gavião Arqueiro de Légolas (o elfo arqueiro de "O Senhor dos Anéis"). E como sempre, o Stan Lee aparece em uma ponta do filme, se ligue.




Resumindo: Os Vingadores é um empolgante e excelente filme de super-herois, cheio de ação, humor, charme e nerdices bacanas.  Um filme que tem tudo para seguir no caminho certeiro com a continuação, e ser obrigatório a quem se diz fa de cinema. Afinal, desafiar os humanos é flertar com a morte e podemos dizer que Hulk é a força, Nick Fury é o olho da missão, Tony Stark é a mente, Steve Rogers é o coração e Thor é a alma deste incrível grupo que compõem os maiores heróis da Terra.

Fica a dica: uma pessoa que não tenha assistido a Homem de Ferro 2, Thor e Capitão América pode ficar um pouco perdida no meio de uma história com tantos fatos interligados. E por último, mas não menos importante, não saia antes dos créditos!!! A cena que vem a seguir vale muito a pena e te deixa na maior expectativa para a segunda parte.



domingo, 1 de abril de 2012

Primeira noite do ‘’The Dead Shall Rise’’


Jéssica Alves

A primeira noite do Festival The Dead Shall Rise – Metal Fest foi de puro êxtase headbanguer na Sede dos Escoteiros, localizada no bairro do Trem. Com o início por volta das 21h (aproximadamente 1h de atraso, ótimo para os padrões de eventos locais), o evento foi a primeira parte do considerado maior festival de metal do Amapá e deixou os presentes preparados para mais uma rodada de pura devastação sonora.
A banda que iniciou as atividades foi a Mental Caos, enquanto o público ainda chegava, ainda é nova no cenário heavy metal amapaense e está se consolidando através de suas canções. Logo em seguida, a banda Carnyvalle mostrou o seu thrash death metal furioso, que foi um literalmente, esquenta para o restante da noite, com direito a músicas autorais e cover da banda Exodus. Muito bom!


A terceira banda a subir no palco foi a Hidrah, com sua frontwoman musa do metal amapaense, Hanna Paulino. O clima foi quebrado com a entrada do tradicional heavy metal executado, com seus ouvidos apurados, instrumental bem executado e o belo vocal de Hanna. Carisma também é o que não falta para o grupo, que com empolgação, levou clássicos do Angra, Iron Maiden, Hangar e autorais. Brilho especial para o evento.



Próxima banda, Carnal Remains, e seu estilo pornometal (hããããã????),  ou seja, um som de heavy mesclado com thrash e core, mas o grande diferencial são letras sobre sadomasoquismo, chicote, correntes, couro e tudo o que a imaginação do compositor permitir. Enfim, não pude acompanhar por completo o show dos caras, mas pelo que vi, curti.

Chegou a vez dos guerreiros da Amatribo chegarem e apresentarem o thrash metal tribal que recentemente foi apresentado aos nossos irmãos headbangers do Pará (no Grito Rock Belém, dia 17 de março). Alterações na ordem do set list, com apresentação de canções inéditas, do EP homônimo e que tradicionalmente são executadas ao vivo foram bem recebidos pelo público, que a cada acorde, respondeu com empolgação seja bengeando ou em roda de pogo.

O vocalista Maksuel Martins, no meio do show, executou um ‘’ladrão’’ de Marabaixo e dedicou a canção que viria a seguir ao vocalista da Anonymous Hate, Victor Figueredo, pela passagem de seu aniversário. . Após, cover do Sepultura, maior influência da banda, foi executado, e o público veio abaixo e para finazliar, ‘’Guerra’’, com direito a muita roda, para a destruição de vez. Um show muito fera e mais um ponsto positivo para a Amatribo.
Após uma pausa para descanso, vamos conferir da banda Antrofetido, de Belém (PA), com o espírito do Death Metal da década de 90, que fez muitas cabeças ensandecidas rodarem sem parar. O trabalho autoral dos caras merece destaque, por receber bastante influência do detah metal, mas ainda assim manterem um estilo próprio.

E por fim, para encerrar a noite com chave de metal, a Warpath sobe ao palco e leva o tradiconal thrash metal, para a alegria especialmente da galera das antigas do metal amapaense, que já acompanhou outras passagens da banda ‘’vizinha’’ por nossas terras. Os caras levam um thrash porrada, mas com muitas influencias de death e Black metal.


Em dez anos, a banda já passou por Macapá, Teresina, São Luiz, Fortaleza, Manaus, entre outras cidades, onde recebem vários convites para shows internacionais, como o do Disaster (Alemanha) no Piauí, além de abrir shows para Torture Squad, Subtera, Violator, Funeratus entre outras, onde o Warpath aproveita para difundir o nome da banda pelo país e pelo mundo. Currículo invejável e um show inesquecível. Que venham mais vezes!!!!

Em resumo, o The Dead Shall Rise, primeira noite, meteu o pé na porta e mostrou a importância da valorização da cena headbanger local, regional e nacional, divulgando o trabalho de muitas bandas e produtores. Preparem-se que mais tarde tem mais.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Dark Shadows: O retorno dos vampiros (de verdade) aos cinemas

   

Está chegando a hora do retorno dos vampiros aos cinemas. E eu não tô falando de nenhuma novo filme da saga "Crepúsculo" ou adaptação cinematográfica da série "True Blood", que na minha opinião, não passam nem perto da concepção de místicas criaturas que gostam de sangue e imperam no imaginário popular.


Eis que em maio de 2012, veremos nas telonas "Dark Shadows" um conto de horror gótico centrado no vampiro Barnabas Collins, com direito a diversos monstros, bruxas, lobisomens e vampiros.

Baseado na série de TV de mesmo nome, produzida pela ABC na década de 60, o longa narra a  rotina da estranha família Collins, mudada quando Barnabas é despertado do seu caixão na cripta familiar. Mal suspeitam os Collins que Barnabas é um dos seus antepassados mais distantes, um vampiro de 175 anos que acorda sedento por sangue e morto de saudades do seu antigo amor, Josette.

No filme, ambientado em 1972, Johnny Depp interpreta Barnabas adulto e Thomas McDonell faz o personagem jovem, enquanto Michelle Pfeiffer vive a matriarca dos Collins, Elizabeth. Jackie Earle Haley, Bella Heathcote, Eva Green, Helena Bonham Carter, Jonny Lee Miller, Chloe Moretz e o novato Gulliver McGrath também estão no elenco. A Warner Bros. lança o filme em 11 de maio de 2012.

Agora é aguardar 11 de maio chegar e conferir esse produção :)

LinkWithin

Related Posts with Thumbnails