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segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Amapanime Freakshow no Biroska




A Casa de shows Biroska foi tomada no sábado (10) pelo clima de terror com a realização doAmapanime Freakshow - The Horror Festival, evento temático do grupo Amapanime que proporcionou aos participantes mais de dez horas de programação diversificada, com torneio de games, vendas de produtos temáticos horror (camisetas, acessórios, doces, etc), concurso de cosplay, (destaque para os vencedores Victor Moura e Paulo Rafael, interpretando uma cômica adaptação de O Exorcista) performance e a presença de bandas de rock/metal para agitar a galera:







Destaque para as bandas Mysterial , com o repertório autoral na linha heavy metal, com as variações vocais de Vanessa Rafaely e instrumental de tirar o fôlego, a banda aqueceu o público, que não parou de aplaudir a  apresentação.




Seguindo a linha heavy metal, a banda Keona Spirit, esperada por muitos, mandou o repertório de clássicos do heavy metal, com  cover de Angra, Judas Prieste, Helloween, Iron Maide, Dr. Sin e Dio, agitando o público, que mesmo distante da banda (devivo ao grande espaço existente entre o palco e o público na casa de shows), não parou de fazer rodas "punks" (ou seriam bangers). A banda Exillus encerrou a sonzeira com a porrada metalcore, principal influencia da banda, agradando muitos ali, em especial um cover de uma música do anime Death Note.




Parabéns à equipe do Amapanime, standistas, bandas participantes e o público em geral, que  superou expectativas, garantindo um evento diferente e divertido a um público diferenciado, que foi desde os cosplayers aos gamers, das meninas do K-pop a galera do metal. Todos curtindo de maneira igual a o evento de cultura pop que a cada dia se fortalece e ganha novos fãs. Que venha dezembro, com o Amapanime K.O.

Veja mais fotos do evento, no Facebook

https://www.facebook.com/media/set/?set=a.488633594502164.115150.334497326582459&type=1


segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Assassin's Creed: Adaptação para o cinema será distribuída pela Fox


Fonte: Site Omelete

A adaptação ao cinema da série de games Assassin's Creed estrelada por Michael Fassbender será coproduzida pela New Regency e distribuída pela 20th Century Fox. As informações são da Variety.

A Ubisoft Motion Pictures  toca o projeto junto a DMC Film, produtora de Fassbender. De acordo com o CEO da divisão de cinema da Ubisoft, Jean-Julien Baronnet, roteirista, diretor e elenco devem ser definidos até a segunda metade de 2013. Apesar de já ter garantido a distribuição, a Ubisoft ainda terá um controle criativo sobre o filme maior do que normalmente se vê em adaptações de games em Hollywood.

Leia mais em http://omelete.uol.com.br/assassins-creed/cinema/assassins-creed-adaptacao-estrelada-por-michael-fassbender-sera-distribuida-pela-fox/

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Star Wars - 35 anos de fascínio


Em homenagem ao chamado DIA DO ORGULHO NERD, posto hoje aqui o real motivo da minha comemoração. Há exatos 35 anos chega aos cinemas o filme ''Star Wars - Uma Nova Esperança'', de George Lucas, marcando o início de um verdadeiro fenômeno cultural. Confiram o texto do site OMELETE que achei muito bacana e digno de ser compartilhado


Em maio de 1977 chegava aos cinemas dos EUA Star Wars, primeiro filme de uma hexalogia bilionária nos cinemas que rendeu ao seu criador, George Lucas, enorme prestígio e um império em produtos licenciados. Desde o início, mais que uma visão criativa de um universo conciso e povoado por estranhos e fascinantes seres, o cineasta prezou por uma abordagem diferente da comercialização do filme - conseguindo ficar com os direitos sobre merchandising de sua obra, o que o tornou um dos homens mais poderosos da indústria do entretenimento -, decretando a morte da Velha Hollywood e seu formato vigente de negócios.

George Lucas frequentou a University of Southern California, onde ficou amigo de outro sonhador, Francis Ford Coppola, e começou a ganhar pequenos prêmios com seus curtas. Depois, aceitou um estágio na Warner Brothers e convenceu a empresa, auxiliado por Coppola, a assinar um contrato para que o estagiário transformasse seu curta THX em um longa-metragem. Mas a Warner odiou o resultado, exigindo que o dinheiro investido fosse devolvido e retalhando o filme para lançamento nos cinemas. Seu próximo projeto, também bastante cortado foi American Graffiti, comédia ambientada na década de 1950. Sucesso de público, o longa deu certo fôlego para que o cineasta tirasse do papel seu mais ambicioso projeto, uma ópera espacial inspirada nos seriados cinematográficos de Flash Gordon e Buck Rogers, Star Wars.

O roteiro era imenso, inspirado pelas aulas do historiador Joseph Campbell, e Lucas optou por cortá-lo em três pedaços e realizar apenas o primeiro ato. Mas vender o projeto foi ainda mais difícil já que a idéia do filme era completamente equivocada para uma época em que filmes de guerra estavam em baixa, a ficção científica era considerada o pior gênero do momento e filmes para crianças - que seriam o principal público de Star Wars - não despertavam qualquer interesse nos executivos de Hollywood. De cara, a Universal e a Warner recusaram o filme, assim como a Fox teria feito, não fosse a intervenção de Alan Ladd Jr., chefe de recursos criativos da empresa, que apaixonou-se pela visão de Lucas (devidamente ilustrada pelas artes conceituais de John Barry) e convenceu a diretoria do estúdio a investir no filme. Os termos do acordo fizeram história: Lucas ficou com os direitos para uma seqüência (que ninguém acreditava que aconteceria) e também garantiu a propriedade de todo o merchandising que poderia ser derivado de sua criação.

Com 8 milhões de dólares em mãos, Lucas começou o hercúleo trabalho de inventar o que não tinha condições de ser inventado. Com a crise dos filmes de ficção científica, todos os estúdios de efeitos especiais tinham falido e os departamentos das grandes empresas haviam sido fechados. Sem ter para quem apelar, o cineasta reuniu um time de talentos e criou seu próprio estúdio: a ILM - Industrial Light And Magic, hoje sinônimo de inacreditáveis efeitos visuais.

A produção esbarrou em todos os problemas possíveis - estúdio descontente com o elenco, tempestades de areia na Tunísia, atrasos nas filmagens, calor insuportável e cenários e figurinos que não funcionavam direito. O orçamento foi estourado e a Fox ameaçava cancelar toda a produção. Também não ajudava o fato de boa parte da equipe achar tudo aquilo que estava sendo rodado era totalmente ridículo.

Finalmente, no dia 25 de maio de 1977, Star Wars (ainda sem o subtítulo Uma nova esperança) entrou em cartaz em apenas 32 cinemas nos Estados Unidos. O sucesso foi estrondoso. Todas as salas tiveram recordes de público, apesar da Fox não ter feito grandes investimentos em publicidade para o filme. A inteligente divulgação de Star Wars foi gerada pela própria Lucasfilm, que conseguiu convencer a editora Del Rey a lançar uma novelização oficial do filme quase seis meses antes de seu lançamento. O livro vendeu impressionantes 500 mil cópias, que criaram grande expectativa entre os compradores para o filme.  Em apenas cinco semanas, Star Wars recuperou o investimento inicial, abrindo caminho para as continuações e garantindo 10 indicações ao Oscar 1978. Os icônicos personagens também despertaram o interesse do público em adquirir colecionáveis, bonequinhos e outros produtos, iniciando em escala os licenciamentos de merchandising que Lucas anteviu em seu contrato com a Fox. Aliviado, o diretor pôde começar a preparar os outros dois filmes de sua saga, agora totalmente financiados por um banco, sem qualquer intervenção do estúdio. Era uma época nova em Hollywood, com um cineasta tendo total controle sobre a sua criação.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

RESENHA – Os Vingadores (The Avengers - 2012)



Salve queridos leitores do Olhar Alternativo. Agora chegou a minha vez de compartilhar com vocês uma resenha sobre o filme pop mais aguardado, com os heróis da temporada: Os Vingadores (The Avengers - 2012), que é a consolidação de um grande projeto da Marvel Studios, que desde o lançamento de Homem de Ferro (Iron Man – 2008), possui esta ousadia de criar filmes interligando o universo dos super-heróis, no estilo das historias em quadrinhos.

 Atenção: O TEXTO PODE CONTER SPOILERS!



Eu diria que foi uma bela jogada essa da Marvel, apresentar os heróis um a um, em produções solos, para assim preparar o publico para essa união, somando a fidelidade das HQs com a estética do entretenimento cinematográfico, resultando assim em um divertido filme de ação/super-heróis. Então depois de quatro ou cinco longas, surge Os Vingadores, em um ano cheio de produções baseadas em HQs, como Homem-Aranha e a conclusão da trilogia do Batman, dirigida por Christopher Nolan. 


Joss Whedon, comanda a direção (e também assina o roteiro da produção) e não decepciona ao transportar a equipe formada por Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), Capitão America (Chris Evans), Thor (Chris Hemsworth), Viúva Negra (Scarlett Johansson), Gavião Arqueiro (Jeremy Renner), e Hulk (Mark Ruffalo), desde o inicio da película, quando Loki (Tom Hiddleston) surge e apodera-se da Tessecrat, uma pedra radiotiva que, nas mãos erradas, possui poderes terríveis. Diante de uma potencial crise no setor mundial, Nick Fury (Samuel L. Jackson) pede demissão e retoma uma antiga idéia: reunir um grupo de super-heróis que se chamariam Os Vingadores.




 Em 2h22, o diretor não desperdiça e consegue mesclar muita ação, comedia, aventura e pitadas de dramas pessoais no longa. Um exemplo disso e o embate ideológico entre o Capitão America e o Homem de Ferro.

O patriota bandeiroso questiona se sem a armadura, Tony Stark e realmente um herói. O gênio, playboy, bilionário e filantropo (como ele se rotula, em resposta) retruca dizendo que Steven Rogers é uma lenda graças a um experimento de laboratório. E durante todo o longa-metragem, os constantes combates físicos e verbais entre os membros do grupo podem até levar parte do público a pensar se os Vingadores realmente serão capazes de cumprir sua missão sem matar uns aos outros.




Porque todo leitor de quadrinhos de super-heróis sabe que, quando dois personagens se encontram, eles primeiro devem lutar entre si para depois chegarem a um acordo trabalharem em equipe (e que quebra-pau rsrsrs). Diante desta tensão, reside um dos maiores trunfos do Universo Marvel: a humanidade de seus heróis. Pessoas de temperamento forte e diferentes visões de mundo, capazes de cometer erros e, ao mesmo tempo, praticar os mais nobres atos de heroísmo. As cenas de luta são fantásticas, como a do Homem de Ferro contra o Thor, e também destaco a do Deus Nordico contra o gigante esmeralda Hulk.




E a ação do longa? As cenas são de encher os olhos e fazer a cabeça girar! Doses grandes de explosões, com cenas de filme catástrofe. Toda a ação acontece em vários níveis e com a participação de todos.

Em quesito de atuação, todos os heróis têm seu brilho, mas como sempre Robert Downey Jr. rouba a cena, cada vez mais a vontade com o seu Tony Stark (cada vez mais rock and roll!), Tom Hiddleston, numa interpretação que faz justiça ao título como Loki é conhecido nos quadrinhos, o Deus da trapaça e da intriga. Thor como sempre, impagável com seu jeitão nórdico, que forma uma bacana dupla com Hulk.


E também a zebra com certeza foi Mark Ruffalo, conhecido for fazer comédias românticas água – com – açúcar, mas que se muito bem atuando o Dr. Bruce Benner. E claro o gigantão esmaga mesmo, com direito a uma divertida cena com o vilão Loki. E sobra também para o Thor lutar com ele. Tirando algumas (poucas) cenas desnecessárias de um Hulk mais cômico, a participação dele foi a melhor de todos os outros longas, na modesta opinião desta blogueira.



As sacadas nerds do filme também são ótimas, como quando o diretor brinca com um agente da sisuda S.H.I.E.L.D. jogando uma partida de Galaga (game clássico de naves) e com Stark chamando o Gavião Arqueiro de Légolas (o elfo arqueiro de "O Senhor dos Anéis"). E como sempre, o Stan Lee aparece em uma ponta do filme, se ligue.




Resumindo: Os Vingadores é um empolgante e excelente filme de super-herois, cheio de ação, humor, charme e nerdices bacanas.  Um filme que tem tudo para seguir no caminho certeiro com a continuação, e ser obrigatório a quem se diz fa de cinema. Afinal, desafiar os humanos é flertar com a morte e podemos dizer que Hulk é a força, Nick Fury é o olho da missão, Tony Stark é a mente, Steve Rogers é o coração e Thor é a alma deste incrível grupo que compõem os maiores heróis da Terra.

Fica a dica: uma pessoa que não tenha assistido a Homem de Ferro 2, Thor e Capitão América pode ficar um pouco perdida no meio de uma história com tantos fatos interligados. E por último, mas não menos importante, não saia antes dos créditos!!! A cena que vem a seguir vale muito a pena e te deixa na maior expectativa para a segunda parte.



quarta-feira, 3 de novembro de 2010

De volta para o Futuro completa 25 anos



Este é um ícone de minha infância e meu Deus, como o tempo quanto um DeLorean com uma ''time machine'' !!! E nessa semana, recebi a notícia que minha maravilhosa trilogia completou bodas de prata.
Misturando ficção científica com aventura e humor, essa série foi um grande sucesso nos anos 80 e 90 (daí ela fazer parte de minha infância *_*).

Dia 26 de outubro de 1985, pouco mais de uma hora da manhã: um moleque e um cientista maluco estão no estacionamento de um shopping prestes a dar início a uma das viagens mais surtadas e divertidas do cinema. Foi há 25 anos.

Televisões super finas, onde pode-se assistir vários canais ao mesmo tempo, tênis que se amarram sozinhos, jaquetas que se ajustam ao corpo, outdoors de filmes em 3D, skates que flutuam são algumas das modernices do ano de 2015 que o filme nos trás. Será que o filme fez alguma previsão correta do que teríamos nesta década? Bom, algumas coisas nós já possuímos, e outros só o tempo responderá.

Pesquisando pela rede mundial de computadores, achei a uma lista de fatos importantes ocorreram para fazer esse filme ser um clássico absoluto de amantes de cinema (sou supeita me falar). Vejamos:

1 - Um Grande Sucesso


Clássico absoluto dos anos 80, De Volta para o Futuro - estrelado por Michael J. Fox, com produção de Steven Spielberg e direção de Robert Zemeckis – completa 25 anos. O filme, que logo gerou duas sequências, fez um sucesso incrível em 1985. Transformou Michael J. Fox num verdadeiro ídolo jovem ao interpretar Marty McFly, um rapaz que viaja pelo tempo e espaço graças a uma invenção do Dr. Emmet Brown (interpretado por Christopher Lloyd).


2 - Troca de Atores



Antes de Michael J. Fox ser escolhido para o papel principal como Marty McFly, Eric Stoltz chegou a filmar algumas cenas no papel principal. Na verdade, Michael era a primeira escolha do diretor Robert Zemeckis, mas na época ele estava também atuando na série Caras e Caretas (Family Ties, em inglês). Isso gerou um problema de agendas que impossibilitou a Michael atuar no longa. No fim das contas, Zemeckis achou que Stoltz não era o cara certo para o papel (e o próprio ator concordou) e o produtor do seriado acabou liberando Fox para o filme.


3 - Tony Hawk



De Volta para o Futuro tem algumas cenas sensacionais com Marty sobre o skate. Em várias delas, é o próprio Michael J. Fox que está em ação, já que ele gostava do esporte. Mas em outras sequências, o ator teve como dublê ninguém menos do que Per Welinder, um dos grandes nomes do skate em todos os tempos. Além disso, as cenas com a prancha tiveram a ajuda de Tony Hawk – um dos maiorais do esporte – na coreografia.


4 - Delorean




Um dos grandes destaques do filme é mesmo o DeLorean, o carro que Marty usa para ir ao futuro e também voltar ao passado. O modelo usado no longa é um DMC-12 de 1981 de seis cilindros. Na edição especial de 2002 do DVD de De Volta para o Futuro é citado que o motor é um quatro cilindros, o que está errado.


5 - Capacitor de Fluxo




O que fazia o carro viajar pelo tempo é um aparelhinho no formato de um "Y" chamado Capacitor de Fluxo. Para ativar o capacitor o motorista do veículo tinha de atingir a velocidade de 88 milhas por hora, ou 142 quilômetros.


6 - Chuck Berry




Um dos momentos mais marcantes do filme é quando Marty, em 1955, toca o clássico Johnny B. Goode, um dos maiores sucessos de Chuck Berry. O detalhe curioso aqui é que a música só foi criada em 1958. Ouvindo a música, um dos cantores que está no palco liga para seu primo Chuck e diz ter encontrando o som que estava procurando. Você já percebeu quem é o Chuck, né?

7 - Christopher Lloyd


O roteiro da Parte I é absurdo. Absurdo em seu conceito, absurdo por se imaginar capaz de funcionar e mais absurdo ainda por acabar funcionando. Mas ele não é perfeito. A dramaticidade da morte do Doc — e a tensão que ela gera ao longo de todo o filme — estão ameaçadas pelo fato de que o espaço do personagem em cena é curto demais. Ele aparece, explica como a máquina do tempo funciona, e morre. Não dá tempo pra nada, a não ser que você tenha um talento extraordinário à sua disposição para fazer com que esses poucos minutos sejam extremamente marcantes. Quando Christopher Lloyd aparece, ele choca, é gravitacional, tudo mais na tela perde importância ao seu lado. Apesar da tarefa aparentemente impossível de ter de concorrer pela atenção do público com a tão aguardada máquina do tempo (a primeira cena engana duas vezes o espectador na expectativa pela sua aparição), é ele quem domina e faz com que nos apaixonemos pelo seu personagem à primeira vista ao ponto de realmente sentirmos sua morte na mesma cena. Lloyd, deliciosamente over em cada menor movimento, resolve tudo em 5 minutos. Não fosse isso, o filme inteiro estaria comprometido.


 8 -  Michael J. Fox


Como prévia do lançamento do blu-ray americano, em comemoração aos 25 anos da trilogia, surgiram finalmente as lendárias imagens de Eric Stoltz como Marty Mcfly (havia apenas algumas fotos até então). É um vídeo de um minuto e treze/quatorze segundos que circula por aí. Nele, Bob Gale, Zemeckis e até Spielberg se esforçam para justificar a troca de Stoltz por Fox, do mesmo modo que os dois primeiros já fizeram nos extras do box quádruplo. “Something is missing...”. Não é gratuita nem meramente diplomática a insistente colocação de que Eric Stoltz é talentoso, mas o que Marty Mcfly exige, nenhum outro ator parece capaz de entregar, por isso nem era necessário justificativa alguma, o espectador entende imediatamente a diferença. Há uma jovialidade no Michael, um timing perfeito tanto pras cenas de ação quanto pras cômicas, uma dinâmica absolutamente impecável entre ele e Lloyd, que não há como não pensar em J. Fox como o rosto eterno de Marty Mcfly.

9 - Thomas F. Wilson, Crispin Glover e Lea Thompson
A esta altura é fácil afirmar: o elenco de De Volta Para o Futuro é irretocável. Os dois últimos têm real destaque mesmo apenas no primeiro filme (Lea Thompson ideal e Crispin Glolver extraordinário), mas é Thomas F. Wilson quem recebe o maior presente e corresponde de forma brilhante interpretando 5 versões diferentes do seu personagem (incluindo Buford Mad Dog Tannen), tranquilamente um dos vilões mais divertidos do cinema.


10 - Hill Valley

Hill Valley envelhece, rejuvenesce e se transforma com os anos assim como qualquer outro em De Volta Para o Futuro porque é, efetivamente, um dos personagens mais importantes do filme. A cidade funciona como esse painel onde Zemeckis projeta sonho (1885) e lembrança (55); ela é a verdadeira máquina do tempo. A mágica da viagem só é possível porque Hill Valley está viva.

11 - Clock tower
Grosso modo, o relógio da torre é uma metáfora para o próprio tempo na trilogia. Uma entidade, sempre presente, sempre vigilante.
O roteiro original da Parte I previa uma explosão nuclear para levar Marty de volta para o futuro, cena que se passaria em um deserto fora da cidade. Como a sequência ficaria cara demais, Gale e Zemeckis tiveram de quebrar a cabeça para bolar um final que coubesse no orçamento. Agora me diga: é concebível De Volta Para o Futuro sem a sequência do raio no relógio da torre? Visto agora, pela perspectiva de toda a saga, fica inclusive difícil acreditar que a trilogia inteira não tenha sido construída em torno desse momento. De um jeito ou de outro, ao longo dos três filmes, Marty e Doc estão sempre tentando pegar o raio do relógio, sempre em uma luta particular contra o tempo. A sequência do raio, aliás, é a melhor cena da trilogia inteira e um dos momentos mais memoráveis do cinema de gênero. Até hoje, não importa quantas vezes eu tenha assistido, ainda duvido que vá dar tempo.

12 - A trilha de Alan Silvestri

 










Show à parte. De longe o ponto mais alto na carreira do compositor, a trilha de Silvestri é uma proeza inatacável da versatilidade sem nunca perder a unidade harmônica. Ela sorri, se emociona e se irrita embalada pelas variações de humor e pelas situações em que os personagens se encontram. Não há como não encará-la, também, como mais um coadjuvante circulando por Hill Valley, presente em todos os momentos mais importantes da trilogia.


Só para recapitular, caso você não lembre ou (será possivel?) nunca tenha assistido: De Volta para o Futuro mostra o Dr. Emmet Brown, um cientista um tanto quanto maluquinho, que conseguiu desenvolver uma máquina do tempo e a instalou num carro. Ele chama seu amigo Marty McFly, um estudante louco por rock e meio azarado na vida, para que pudesse filmar um teste. Acontece que Brown é perseguido por terroristas (que querem o pagamento do plutônio usado na máquina) e Marty, para se salvar, entra no carro e ativa o capacitor de fluxo. Resultado: ele vai para em 1955. Assim o rapaz retorna trinta anos no passado (o longa acontece em 1985 mesmo) e conhece seus pais e o próprio Emmet todos ainda muito jovens. A partir daí, começa uma aventura sensacional com idas e vindas temporais que podem mudar a vida de todos para sempre. É uma comédia misturada com ficção científica e boas doses de ação. Um clássico do cinema dos anos 80.



O elenco 25 anos depois

Martin McFly (Michael J. Fox) ao lado de Chistopher Lloyd e Lea Thompson (Dr. Brow e Lorraine McFly)


                                          Lorraine Baines / Lorraine McFly (Lea Thompson)



Dr. Emmett L. Brown (Chistopher Lloyd)


                                                            Biff Tannen (Thomas F. Wilson)


                                                              George McFly (Crispim Glover)




   Jennifer Parker (Claudia Wells)
























Jennifer Parker (Elizabeth Shue)


Diretor Robert Zemecks

Curiosidades

O ator inicialmente contratado para interpretar "Marty McFly" foi Eric Stoltz, que chegou a gravar algumas cenas como o personagem. Entretanto os produtores consideraram que Stoltz não convenceria como um adolescente nas telas por ser mais velho e Stoltz foi substituído por Michael J. Fox.

Fox sempre foi a primeira opção para o papel de Marty. No entanto seus compromissos com a série Family Ties o impediram de ser contratado inicialmente. Quando Eric Stoltz não foi aprovado, os produtores mais uma vez insistiram em tê-lo para o papel principal do filme e conseguiram um acordo com Fox e a NBC, que exibia a série. Na época o ator chegou a cumprir dupla jornada, durante o dia gravando Family Ties e à noite Back to the Future.

O ator Crispin Glover (George McFly) foi cortado das continuações porque, após o sucesso do primeiro filme, queria receber um cachê que segundo a produção era maior que o de Michael J. Fox. Assim o roteiro foi mudado e o personagem não aparece (pois foi morto numa realidade alternativa do tempo)

O ator Crispin Glover (George McFly), pai de Marty no filme, é mais novo que o ator que interpreta seu filho Marty McFly (Michael J. Fox)

Back to the Future arrecadou 350 milhões de dólares nas bilheterias de todo o mundo.
O modelo esportivo De Lorean DMC-12 foi usado na trilogia de Back to the Future.

A atriz Claudia Wells, que no primeiro filme interpretou a namorada de McFly, Jeniffer, foi substituída, nas duas sequências, pela atriz Elizabeth Shue, porque ela não conseguiu uma boa performance para atuar com "ela mesma mais velha" na segunda parte do filme.

Todos os membros da família Tannen que aparecem nos filmes são intrepretados pelo mesmo actor, Thomas F. Wilson.

O estacionamento onde Marty encontra o Dr. Brown no começo do filme, se chama "Twin Pines Mall" ("Shopping Pinheiros Gêmeos"). Dr. Brown conta que o velho fazendeiro sr. Peabody era o dono daquele terreno e que ele costumava plantar pinheiros. Quando Marty volta no tempo, ele passa por cima de um pinheiro com o DeLorean. Quando ele volta ao estacionamento no final do filme, a placa do estacionamento mudou para "Lone Pine Mall" ("Shopping Pinheiro Solitário"). Quer dizer que foram plantados 2 pinheiros juntos. Mas Marty matou um dos pinheiros. Isso quer dizer que Marty alterou a história - ao matar um dos pinheiros, acabou alterando o nome do shopping! E que significa que o presente que Marty vive é em um tempo alternativo.

Nos três filmes, aparece a cena em que Marty está deitado na cama e diz ter tido um sonho de que viajou no tempo.

Fonte : Wikipédia, Blog Engracadinho da Mamãe e Cineplayers

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