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terça-feira, 14 de agosto de 2012

Entrevista - Gestos Grosseiros




A banda Gestos Grosseiros (SP) está na ativa desde meados de 1996 e já é considerado um dos principais expoentes do underground brasileiro, com o seu Death Metal de qualidade. Formada atualmente por Andy Souza (vocal e bateria), Kleber Hora (guitarra) e Danilo Dill (baixo) o grupo já passou por diversas cidades brasileiras e países como Chile e Uruguai divulgando o seu trabalho. Atualmente a banda está na turnê de "Satanchandising". Em entrevista ao blog, concedida ao colaborador Bruno "Blackened" Monteiro, o trio, que passou por Macapá no dia 11 de agosto, no evento "II Zombie Night Fest", falou sobre a carreira, planos para o futuro, a atual turnê entre outros assuntos. Confira

por Bruno “Blackened” Monteiro

Olhar Alternativo: Como foi o início do GESTOS GROSSEIROS? Quais as principais dificuldades que vocês enfrentaram? 


Andy Souza: A banda começou em 1996 na cidade de Guarulhos (SP). As dificuldades foram as mesmas que a maioria das bandas underground têm: você quer gravar e lançar uma demo e não tem condição financeira. Mas com dedicação e o apoio de algumas pessoas conseguimos gravar a primeira demo em 2001 "No Rest", Em 2003 gravamos a segunda demo, "FirstPain". Começamos a conquistar espaço no underground, chegamos a abrir para o Krisiun, em Santa Catarina, no Festival River Rock. Então as coisas começaram a fluir mais naturalmente. Participamos de algumas compilations, em 2008 lançamos o debut, o Countdownto Kill, e, recentemente, em 2010,lançamos Satanchandising, que é o nosso segundo full-lenght...

Danilo Dill (interrompendo): 2011.


Andy: É, 2011, desculpa (risos). Estamos agora em turnê, divulgando o álbum. Ficamos praticamente um ano mexendo nas músicas e compondo. Queríamos fazer algo melhor do que "Countdownto Kill". Não dizendo que ele não foi um álbum legal, pelo contrário, sem Countdownto Kill a gente não teria o espaço que a gente tem hoje, mas queríamos ter algo superior e Satanchandising tem conseguido superar não só as nossas expectativas,mas também a do público e da mídia especializada, que estão elogiando bastante.

Olhar: Por que GESTOS GROSSEIROS? De quem foi a ideia? O que esse nome significa pra vocês?

Andy: Antes de GESTOS GROSSEIROS, a banda se chamava Versaine. Isso foi antes de 1998. O rapaz que fundou a banda, na verdade, já faleceu, era baterista e russo. Ele achava que Versaine era alguma coisa ligada com gestos grosseiros, tipo um trocadilho. E como já estávamos fazendo shows,em 98, deixamos caracterizado como GESTOS GROSSEIROS mesmo, com as músicas em português, inclusive. Nunca sofremos nenhum preconceito no sentido de dizerem “Vocês não vão tocar no nosso festival porque GESTOS GROSSEIROS não tem nada a ver com Metal!Lembra o nome de uma banda Punk/Hardcore”.Então permaneceu GESTOS GROSSEIROS.Não tem nenhum significado, é apenas o nome da banda mesmo.

Olhar: Vocês já realizaram uma minitour pelo Chile para promover Countdownto Kill. Qual foi a recepção do publico chileno?

Andy: Fomos para o Chile em dezembro de 2006. Na ocasião estávamos divulgando Countdownto Kill, que era pra ter saído antes. Mas estávamos tentando achar uma parceria para lançar o CD, porque não tínhamos dinheiro para lançar de maneira independente. A receptividade foi legal, só que a banda não tinha um conhecimento bacana daquela cidade, então não foi aquilo que a gente esperava. Mas vamos voltar mês que vem ao Chile, dias 7 e 8 de setembro, com outro suporte e a banda sendo um pouco mais reconhecida.

Olhar: Qual a sensação de tocar ao lado de bandas como Krisiun, Dark Funeral, Vader e Marduk?

Andy: Eu particularmente sempre escutei Vader e Krisiun. Quando você vai tocar com os caras, se sente realizado pelo fato de “Pô, estou tocando com os caras que me influenciaram para fazer um som”. Então isso não tem preço. Na verdade sempre fomos convidados pelo Edu (Edu Lane, baterista da banda Nervo Chaos). A gente tem uma grande amizade, o cara é um grande brother nosso lá de São Paulo. Tocar com essas bandas abre as portas para você começar a divulgar o seu som de uma maneira diferente e expandir para outros tipos de público.

Olhar: Como tem sido a aceitação e a receptividade com relação a Satanchandising?

Danilo:Satanchandising teve uma recepção muito boa, superou todas as expectativas que tínhamos. Vários releases positivos e críticas construtivas. É difícil você ver algo que agrade todo mundo. Claro que não agrada todo mundo, tem quem não gosta, mas 90% das pessoas que ouviram Satanchandising gostaram. Eleestá abrindo muitas portas para nós. O nome é um trocadilho, então sugere várias coisas. É muito legal alguém te adicionar no Facebook e falar que comprou seu CD. Isso está acontecendo direto, cada dia mais. O Satanchandising foi algo que apostamos e que deu certo, mais do que nós esperávamos.

Olhar: As parcerias com Thornhate Records, Rapture Records e Underground Brasil Distro contribuíram na promoção de Satanchandising?

Andy: Nossos irmãos de longa data, a Rapture Records, principalmente a Thornhate Records e o Tony da FlyKintal Zine de Manaus. Eles distribuíram nosso primeiro álbum. Na hora que eu fiz a proposta falei para os caras da banda “Os caras estão querendo abraçar a ideia: cada um vai ajudar um pouquinho para lançar o play. E aí, vamos fechar? Vamos, vamos”. Foi sem muita enrolação até porque os caras já conheciam o trampo da banda e a gente já conhecia o trampo deles. Só conseguimos lançar e ter uma receptividade legal por causa do Tony, que é do Underground Brasil Distro/FlyKintal, do Fábio, que é da ThornhateRecords e do Gene, que é da Rapture Records.

Olhar: Vocês concordam que existe uma semelhança entre a capa de Satanchandising e Bestial Devastation [Sepultura]?

Kleber: Vimosa base do cara que fez a arte. No começo,não gostamos muito. Com o tempo, ele foi aprimorando até chegar na conclusão.

Danilo: Coincidiu de parecer com a capa do Bestial Devastation!

Andy: Mas não foi nada intencional!

Danilo: A gente não tinha pensado nisso e também só reparamos bem depois.

Andy: Tanto que depois começaram a falar (aqui Andy levanta as mãos como se estivesse segurando Bestial Devastation e Satanchandising) “Pô, idêntica!”.

Danilo: “Pô, pode crer!”. Houve várias artes e finalizamos nela.

Olhar: Só depois que surgiu a comparação.


Andy: A temática do CD fala um pouco de alienação. Fala que uma pessoa chega numa determinada igreja de uma determinada religião, por exemplo, e sai de lá totalmente alienada.Acredita num foco pensando que está fazendo o bem, como o Kleber falou várias vezes.

Kleber: Na frente está o bem, mas por trás está o mal.


Olhar: É interessante a letra da primeira faixa, HumanityVictory (Kill by Power). Fala que apenas num mundo existem várias tribos que tentam comandar as demais.

Andy: Exato, correto. O GESTOS GROSSEIROS, na parte de letra, é bem nessa mesmo: não damos o recado na cara. Gostamos de deixar a pessoa ler e interpretar. Sou suspeito pra falar porque eu sou fãzaço dessa música (referindo-se a HumanityVictory), é a que eu mais gosto do CD, e ela realmente faz essa cara.Ali está falando da alienação.

Olhar: Como aconteceu a escolha para gravar Extreme Aggression [Kreator]?

Danilo: O Andy sugeriu e começamos a ensaiar o som. “Vamos colocar no CD? Vamos. Precisa de autorização?” Trocamos uma ideia com o pessoal e deu tudo certo.

Olhar: E por que no encarte do CD está escrito Demo Version?

Andy: A masterização dela é um pouco diferente da masterização das outras músicas do disco. Se você reparar, até o volume dela é mais baixo do que das outras músicas.
Bruno: Ela começa aos 25 segundos...

Danilo: Porque ela não é de gravação do CD mesmo. Ela é uma outra gravação que nós fizemos, mexemos e aí jogamos no CD.

Kleber: Para a banda foi justo porque, quando começamos, o Kreator foi uma dosgrupos que ajudou a definir nosso estilo de tocar.
  
Olhar: Foi difícil para uma banda que já tem mais de dez anos de estrada e dois álbuns lançados a saída do baixista e vocalista Índio?


Andy: O Índio é um grande brother nosso.Tivemos algumas divergências musicais e problemas particulares. Ele saiu da banda uma vez, ficamos parados uns três ou quatro meses, depois pedimos para ele voltar e ele voltou, só que já não era a mesma química. A banda não pode acabar por causa de um membro. Aconteceu com ele, mas poderia ter acontecido comigo, com o Kleber, com qualquer um. Zelamos pelo nome da banda. A prioridade não é um membro e sim a banda. Se, por acaso, não der pra eu tocar um show, ele (indicando Danilo como exemplo) tocar um show e a gente puder substituir alguém para um show, desde que todo mundo concorde, não vemos nada demais nisso. Várias bandas fazem isso.O Índio saiu, mas contribuiu muito.O GESTOS GROSSEIROS só é o que é por causa do Índio também, afinal era o frontman. E entrou o Danilo pra assumir as quatro cordas, agora cinco. Foi tudo numa boa. Toquei com ele (Índio) dez anos, o Kleber também, mas eu conheço o Índio há vinte anos. É irmão mesmo!

Olhar: O que vocês esperaram do público amapaense?

Andy: Pelo que acompanhamos na Internet, divulgação, pessoal mandando e-mail, mandando mensagem, falando “Traz camiseta, traz CD que a gente quer adquirir”, a expectativa é a melhor possível. Temos acompanhado a cena também, vemos que várias bandas estão começando a tocar aqui. Estamos passando aqui para fazer história, não para ser só mais uma banda.Queremos chegar aqui, respeitar os headbanguers, fazer um puta show para os guerreiros e tentar voltar aqui, né Danilo? (risos)

Danilo: Com certeza! A nossa intenção é sempre voltar por onde passou, porque se você volta é porque agradou. Sempre procuramos fazer um show bom, respeitando todo mundo para um dia poder voltar e fazer um show melhor ainda, e para uma outra vez voltar e fazer outro show melhor ainda e assim por diante.

Olhar: Querem dar um recado final, uma palavra final?



Danilo: Quero mandar um salve pra galera, para os headbanguers do Amapá e região e agradecer pela entrevista.  Foi um dos melhores shows que já fizemos.

Andy: Agradecer você pela dedicação, um guerreiro do Metal assim como todo mundo. Pode ter certeza que o GESTOS GROSSEIROS sempre apresentou 110% no palco.

Kleber: Quero agradecer a você pela entrevista eos headbanguers que foram ao show. Se depender da gente vamos co tinuar a dar o sangue no palco pra galera banguear aí 

Edição: Jéssica Alves

Fotos: Bruno Monteiro


segunda-feira, 21 de maio de 2012

Bywar : ‘’O Metal do Brasil acontece pela uniao de quem faz a cena’’





 Foto: Camila Karina

No dia 18 de maio, os thrashers da banda Bywar estiveram pela primeira vez em solos amapaenses para participar do Zombie Night Fest e apresentou ao headbangers do Amapá o trabalho que já atinge 16 anos de estrada, com influencia de uma das principais chamadas grandes escolas do estilo thrash metal: mais agressiva, fazendo a linha alemã das bandas Destrucion e Kreator. 


 Com carreira consolidada no underground brasileiro, os paulistas mostram-se bem entrosada em diversos aspectos como apresentação ao vivo (como pude constatar no ótimo show dos caras), composição, tecnica e tambem nas entrevistas, como essa que foi concedida com exclusividade para a equipe do fanzine amapaense Registro Importante Porra! R.I.P (em breve será lançado na versão impressa). Apesar das fortes influencias, e nítida as características próprias do quarteto. 

 Foto: Jéssica Alves

A banda iniciou suas atividades em janeiro de 1997 em São Caetano do Sul - SP como um power trio, formado por Adriano Perfetto (G/V) Victor Regep (B) Enrico Ozio (D), logo passando a ser um quarteto com a entrada de Leandro “ KISS” no baixo liberando Victor para tocar guitarra. Mas este ficou por pouco tempo na banda e foi substituído pr Helio Patrizzi, que atualmente é considerado carinhosamente pelo grupo como um dos membros co-fundadores. O Bywar começou a fazer alguns shows pela região do grande ABC divulgando aos poucos o nome e o Thrash Metal que executavam.

Em 2004, ocorreram algumas divergências de idéias com Victor Regep, o que resultou em sua saída da banda, mas o contato e a amizade duram até hoje. Após esse episódio, o Bywar consegue arranjar um novo guitarrista. “Renan Roveran”, antigo amigo de Adriano Perfetto, entra na banda como uma injeção de animo e motivação, dando uma nova alma a banda e uma imagem ainda mais Thrash do que o Bywar já tinha. Este que havia tocado com algumas bandas do gênero pela região de Sorocaba, sendo uma delas o Alcoholikiller, mas nunca se encaixou da maneira desejada nas bandas, como ocorreu no Bywar.

Nesse bate papo com esta blogueira, acompanhado do repórter Bruno Monteiro, com muito bom humor a banda falou de diversos assuntos, como as gravações do disco, a atual cena Metal brasileira e os planos para o futuro. Confiram.


 Foto: Camila Karina

R.I.P – Ola galera do Bywar, primeiramente digo que e um prazer receber vocês em nossa cidade. Sejam bem vindos.

Bywar – Valeu, galera. Muito bom poder estar aqui na cidade

R.I.P – Bom, como e a primeira vez que irão tocar em nossa cidade, que ate entao esta localizada distante dos grandes centros culturais do Brasil.  Contem a expectativa de vocês e as impressões preliminares sobre nosso publico.

 Foto: Camila Karina

Enrico Ozio – Primeiramente tocar em Macapá é quente (risos) é a primeira sensação. Mas assim, não sei se dá para falar que estamos fora de um grande centro, porque para o metal não há grande centro, o metal, o underground em si já é muito louco em qualquer lugar, encontramos bangers em qualquer lugar, não há diferenças. Meu, nada difere, ser headbanger não importa o local. 

R.I.P - O que “Abduction” tem representado para vocês até agora?

 Foto: Jéssica Alves

Adriano Perfetto: “Abduction”, definitivamente, teve um diferencial em relação aos outros CDs, tivemos tempo para fazer tudo com calma, o Renan e eu já vínhamos compondo mesmo nas épocas do “Twelve Devil’s...”, então foi algo bem mais confortável. Chegamos ao estúdio com tudo pronto e já sabendo como seria. Notamos também a evolução de cada um de nós e sentimos que esse, realmente, é nosso melhor trabalho até hoje desde composições que abordam muito sobre o tema Ufologia (que é algo que adoramos) até os últimos instantes da mixagem.


R.IP - Em relação a cena do Brasil, com o metal, Com a nova ascensão do Thrash, como vocês avaliam o underground e a cena brasileira e o fato de que atualmente há um outro gás, especialmente no Norte e Nordeste de nosso pais?

Renan – Possuímos gratificantes experiências em tocar no norte e nordeste do Brasil, me recordo a primeira vez que viemos para essa região e foi surpreendente, a recepção que tivemos foi legal para caramba, em Belém (PA) e em relação ao metal no Brasil, há todas as dificuldades, mas é muito foda. Especialmente porque a música que fizemos é a que gostamos, o metal o rock e suas personificações, não tem muito a ver com a cultura brasileira.  Vamos contra a cultura e a maioria da galera que vai a shows, compra material das bandas, produz shows undergrounds, correm atrás, gravam, todos fazem com todo o esforço e eles fazem acontecer. E você vê um reconhecimento grande no norte e nordeste a sentimos que essa forca e esta funcionando. Acredito que o metal no Brasil é do caralho, pois ele acontece pela união de quem faz a cena acontecer

 Foto: Camila Karina

Hélio Patrizzi: Comparando com o cenário de 15 anos atrás, quantitativamente, a cena hoje está muito maior. Quando começamos eram poucas as bandas de Thrash Metal com quem tocávamos. A cena Thrash estava meio estagnada. Essa nova ascensão trouxe muitos bangers e injetou sangue novo. Várias bandas surgiram de lá para cá, o que enriqueceu muito a cena. Qualitativamente, o espírito continua o mesmo. Bangers trabalhando arduamente no underground honrando a cena. Mais ou menos como diria nosso grande amigo Poney do Violator: “underground é underground”. As coisas são feitas com muito amor e cada banda, evento, revista, zine, web site só é feito por meio de muita batalha. O underground é movido por esse espírito. Para melhorar, creio que o caminho já esteja bem marcado há muito tempo. É só manter a chama do underground acesa. Esse espírito de querer e fazer as coisas cada vez melhores é muito bom para a cena.

R.I.P - Vocês trabalham com thrash metal, mas vocês possuem uma temática mais abordada em suas musicas? 

Helio – Bem na verdade somos mais livres, não temos uma definição única. Tudo que gostamos, observamos, gostamos de trabalhar

Enrique - É tudo muito expontaneo, pow todos gostam de temas diferenciados. Geralmente existem decisões, mas quando fazemos musicas, há temas que absorvem a musica. Gostamos de ler, estudar temas diversos e vamos criando a formula para o Bywar. 
  

 Foto: Jéssica Alves

Adriano Perfetto – Mas gostaria de destacar que atualmente temos uma temática mais sobrenatural e ficção cientifica, coisas que gostamos desde crianças, apesar de alguns terem medo (risos). Mas é muito bacana, temos em comum e expomos na forma metafórica. Eu particularmente não gosto de compor temática política, pois creio que é algo muito particular. Mexe com opiniões e na minha arte, sempre gostei de trabalhar com algo que amplie os horizontes, não podemos nos prender a nada.

Helio – Acho que no final todos fomos abduzidos (risos).

R.I.P - E como voces avaliam a proporção adquirida com o Bywar?

Henrique – Estamos com 16 anos na estrada,  e tudo que fizemos ganhou uma boa proporção nacional e internacional, e acreditamos que a gratificação e grande.  Sempre rolou o lance de tocar e a nossa idéia é continuar assim. Nossa pegada é essa. Vamo continuar levando nossa turne do “Abduction” com essa vontade e alegria de elevar o metal a quantos lugares for possivel alcançar.

R.I.P - Voce falou dos temas de ficção cientifica. O interessante das musicas é que lembra algumas letras de outras bandas, como do Annihilator, ''Alice in Hell''.  Tem alguma relação entre essas letras?

Adriano – Apesar de eu amar essa musica Alice on Hell, algumas letras tem a ver com o filme ''O Exorcista'', especialmente a ''Heretic Sings'', que é um filme que mudou a minha vida, abriu idéias e ao mesmo tempo que estava compondo, o Helio estava bolando o videoclipe e ficou muito legal. 

 Foto: Jéssica Alves


Edicao: Jéssica Alves


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