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terça-feira, 27 de novembro de 2012

Festival Imagem-Movimento chega à sua 9ª edição




Em 2004, um grupo de pessoas apaixonadas pela sétima arte teve uma inusitada ideia: realizar um festival de cinema no Amapá. O que antes era algo improvável e a princípio de difícil divulgação hoje é uma das grandes realizações do meio cultural independente de Macapá. Assim nascia o Festival Imagem-Movimento, que em 2012, chega à sua 9ª edição.

Com o tema "Gravidade Zero, Soltos no Infinito", essa nona edição prepara para o público uma programação diversificada, no período de 3 a 8 de dezembro, no Centro de Convenções João Batista de Azevedo Picanço, Museu da Imagem e do Som do Amapá e Fortaleza de São José.

Mostra de filmes locais, nacionais e internacionais, além de cursos; palestras; lançamento do filme paraense ‘Jambeiro do Diabo’; lançamento do longa-metragem Girimunho; lançamento da coletânea ‘Primeiros Olhares’; shows; performances; mostra na muralha da Fortaleza de São José e a Festa ‘Gravidade Zero’ fazem parte do leque de atividades do 9º FIM.

O Festival Imagem e Movimento a cada ano cresce e se desenvolve, com o objetivo de fortalecer e divulgar a produção audiovisual, e contribuindo na formação e desenvolvimento de produtores e formação de público para o cinema independente e a cultura no Amapá.

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Dia Internacional da Animação será exibido em 10 municípios do Amapá



Neste domingo (28), o Dia Internacional da Animação (DIA) chega a sua décima primeira edição e neste ano, no Amapá será comemorado em dez municípios. São eles: Santana, Macapá, Amapá, Distrito Rio Ipixuna Miranda, Porto Grande, Santana, Serra do Navio, Tartarugalzinho, Oiapoque e Mazagão.

De acordo com a coordenação, celebrar e fomentar a exibição de materiais audiovisuais do seguimento animação é o principal objetivo do evento, com exibições realizados em várias cidades e países, com a mostra simultânea. Curtas-metragens e desenhos nacionais e internacionais serão exibidos.Às 18h, será a exibida a Mostra Infantil e às 19h30 será a abertura oficial.

Inclusão

Como forma de inclusão, mostras especiais para deficientes auditivos e deficientes visuais serão exibidas, no sábado (27), às 18h.

Na capital, Macapá o DIA acontecerá no Museu da Imagem e do Som, localizado no 2º piso do Teatro das Bacabeiras.

O DIA

Dia 28 de Outubro é o Dia Internacional da Animação! Foi nesta data que, em 1892 que Émile Reynaud realizou a primeira projeção do seu teatro óptico no Museu Grevin, em Paris. Essa projeção foi a primeira exibição pública de imagens animadas (desenhos animados) no mundo. Foi para comemorar esta data que a Associação Internacional do Filme de Animação (ASIFA) lançou o evento, contando com o apoio de diferentes grupos internacionais filiados. Em 2012 o Dia Internacional da Animação está em sua 11ª edição sendo realizado em 30 países.

Confira a programação dos demais municípios AQUI

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Clube de Cinema: sétima arte e reflexão


Foto: Arquivo MIS/AP

Em Macapá, assim como em diversos outros municípios brasileiros, a linha comercial é um dos principais pontos adotados nas redes de cinema, e conseqüentemente com a ambição do lucro, em que ficam a disposição do público obras de consumo rápido e em massa, poucas produções nacionais e locais (nesses casos, até nenhuma), entram no eixo das exibições. Se não frequentar espaços alternativos, parte do público, que não têm condições de arcar com os preços dos ingressos, fica de fora das salas. 

E é nesse terreno que entram os cineclubes, que são associações sem fins lucrativos que estimula os seus membros a ver, discutir e refletir sobre o cinema. O papel do cineclube é facilitar o acesso das comunidades ao audiovisual, além de exibirem obras negligenciadas pelas salas comerciais.

Atualmente Macapá possui um cineclube que já pode ser considerado fixo, pois está próximo de completar dois anos de atividades: o Clube de Cinema, resultado de uma parceria institucional do Museu da Imagem e do Som no Amapá (MIS-AP), Sesc – AP e Festival Imagem-Movimento (FIM).

Com sessões quinzenais, o principal objetivo do Clube de Cinema é ser uma proposta alternativa de difusão audiovisual, com a exibição de curtas, médias e longas-metragens que dificilmente chegariam ao público amapaense, priorizando assim produções locais, nacionais e independentes. 

De acordo com o gerente do MIS-AP, Alexandre Brito, em 2010, as primeiras sessões do Clube eram realizadas na sala de cinema do Serviço Social do Comércio (Sesc), no Araxá, e contava com um público de aproximadamente dez pessoas. 

‘’A seleção dos filmes que compuseram a primeira sessão, realizada na Sala Charles Chaplin, buscou iniciar o projeto Clube de Cinema mostrando que, na Amazônia, se produz audiovisual de qualidade e que, declarações contrárias a esse fato, precisavam ser desconstruídas’’, informou o gerente do MIS-AP, Alexandre Brito.

Além das exibições, que buscam unir produtores e público, há espaço para debates em torno das temáticas desenvolvidas nos filmes, que estimulam a visão crítica, a reflexão e troca de ideias entre os cinéfilos, e este é um dos diferenciais entre os cineclubes e comerciais salas de cinema. ‘’Temos a possibilidade de ouvir os pensamentos e as idéias que o filme provocou no outro que, muitas vezes, nem conhecemos. Há, nos cineclubes, essa troca, esse intimismo no qual as experiências fílmicas são compartilhadas e socializadas’’, complementa Brito. 

A proposta é que, com o tempo possa haver, além das sessões de filmes, uma programação com palestras, relatos de experiências, conversas com diretores e demais atividades que possam consolidar o movimento cineclubista. ‘’O Clube de Cinema funciona como um meio de libertação da mente, um passeio pela essência dos criadores de histórias, por momentos você passa a ser parte desta essência e percebe que também é capaz de ser um realizador de sonhos. Dos seus próprios sonhos’’, contextualiza Mary Paes, uma das colaboradoras do Clube de Cinema.

Serviço
Clube de Cinema
Data: A cada quinze dias (sábados)
Hora: 18h30
Local: Auditório Museu da Imagem e do Som (segundo piso do Teatro das Bacabeiras)

Informações: http://museudaimagemedosom.blogspot.com.br

terça-feira, 27 de março de 2012

Clube de Cinema apresenta, BAD GUY

No movimentado centro de Seul, um jovem delinqüente observa uma estudante nova sentada em um banco. Ele olha, então se senta ao lado dela. Ela olha para ele, se levanta e vai para outro banco. Ele fica olhando. O namorado dela chega, ela aponta para o estranho, o namorado abraça a garota e leva ela embora. O estranho se levanta, vai até eles, pega o rosto da garota firmemente em suas mãos e a beija demoradamente. O namorado tenta, sem sucesso, separá-los, em seguida, soldados batem no estranho. Ela exige um pedido de desculpas. Ele fica silencioso. Ela lhe dá um tapa e cospe nele. Eles saem. No dia seguinte, ele decide arruinar com a vida dela. Como isso pode acabar?

Trailer: http://fimdecinema.blogspot.com.br/2012/03/clube-de-cinema-apresenta-bad-guy.html

DIA: 31 de MARÇO
HORA: 18h30
LOCAL: Auditório do MIS, segundo piso do Teatro das Bacabeiras

ENTRADA FRANCA


Fonte: Grupo Clube de Cinema do Facebook

sexta-feira, 23 de março de 2012

Carta de repúdio do segmento audiovisual do Amapá ao ex-presidente do Conselho de Cultura do Estado

Carta do segmento audiovisual amapaense
em repúdio ao senhor João Porfírio Freitas Cardoso

O audiovisual amapaense vive um momento de considerável expansão e aprimoramento de seu tripé formação, produção e distribuição. O nível de organização e de participação dos agentes culturais do segmento e sua consequente presença mais efetiva nos espaços de debate da cultura amapaense também tem se ampliado. Esses avanços se refletem em uma interação mais ampla com os demais segmentos culturais e o estabelecimento de canais de diálogo com o poder público.

Contrariando esse momento de amadurecimento que o segmento vem construindo em nosso estado, o ex-presidente do Conselho de Cultura do Estado do Amapá (CONSEC-AP) João Porfírio Freitas Cardoso fez a seguinte declaração, em reunião do segmento Afrodescendente e Culturas Populares realizada no dia 27/02/0212 nas dependências do referido órgão:

“O audiovisual reivindica cadeira [no conselho de cultura do Estado do Amapá]? Reivindica. Mas não tem legitimidade de reivindicar, por que não fez por onde, não foi atrás de produção. Criaram um bocado de cineclube aí, pegaram um monte de filme de fora e saíram passando por aí...mas não tem produção” (Transcrição feita a partir do áudio gravado da referida reunião e disponibilizado pelo CONSEC-AP)

A declaração é curta, mas traz consigo erros graves e demonstram um drástico desconhecimento de causa por parte de seu autor a respeito das características do audiovisual. Apesar de não ser perceptível na declaração transcrita, ela foi feita em uma sala chamada “Plenária Antônio Munhoz”. O professor Antônio Munhoz foi um dos fundadores do primeiro cineclube do qual se tem notícias no estado do Amapá, o cineclube Humberto Mauro, na década de 1970, mostrando que há muito as práticas audiovisuais estão presentes na história do estado que, a época, ainda era Território Federal.

Além desse deslize histórico, a fala é rasa por ignorar vários outros avanços, esses bem mais atuais, que vem fazendo parte da rotina do audiovisual no estado. Abaixo traçamos um breve panorama desses progressos:

Desde 2004, o Amapá vem se inserindo de maneira contundente nas esferas de reflexão, debate e produção do audiovisual nacional. Um marco nesse processo foi a fundação da Associação Brasileira de Documentaristas e Curtametragistas trazendo ao estado a única entidade do audiovisual brasileiro presente em todas as unidades federação,  possibilitando assim, que o edital federal do DocTV pudesse ser acessível ao realizador independente do Amapá. A entidade é ainda filiada ao Congresso Brasileiro de Cinema e ao Conselho Nacional de Cineclubes.

Os agentes do audiovisual amapaense realizam também, desde 2004 o FIM – Festival Imagem-Movimento, esse evento que, junto com o Festival Internacional de Cinema de Manaus, são os dois festivais mais antigos da região norte, garantindo ao estado do Amapá a presença no Guia Brasileiro de Festivais de Cinema e Vídeo. Este mesmo evento recebeu, em 2010, certificação com o selo Cultura Viva, concedido pelo Ministério da Cultura, como uma das 120 melhores iniciativas de comunicação e cultura de todo o país.

O ano de 2011 representa um momento histórico para o segmento no estado. Em seu transcorrer, os cineclubes se expandiram, ao mesmo tempo em que os realizadores independentes diversificaram quantitativa e qualitativamente sua produção. Em uma análise rápida podemos mapear pelo menos 11 cineclubes em atividade e mais de 20 filmes realizados em 2011. Outro passo importante, dado ano passado, foi a realização do 1º Seminário Amapaense de Audiovisual, evento estruturante do segmento que reuniu sociedade civil organizada, indígenas, organizações formais e informais da área, poderes públicos, Ministério da Cultura (SAV – Secretaria do Audiovisual), cineclubes, TVs escolas, representantes de locadoras de filmes e TVs abertas. O evento construiu um amplo lastro para que o segmento pudesse qualificar seus agentes, pontuando metas para a profissionalização e expansão do audiovisual no estado pautada em três esferas de atuação: formação, produção e distribuição. Nesse sentido, tentar desqualificar a prática cineclubista fez o ex-presidente do Conselho de Cultura do estado incorrer em dois erros graves:

1) Desmerecer a prática cineclubista é ignorar sua função transformadora da sociedade que busca a construção de uma autonomia dos sujeitos sociais e a implementação da cidadania cultural e da democratização da comunicação, notadamente em um estado como o Amapá, que conta com 16 municípios, sendo que apenas dois deles possuem salas de cinema.

2) Limita o conceito de audiovisual a apenas uma de suas linhas de atuação que é a exibição (distribuição/veiculação), negligenciando a formação e a produção, áreas em franca expansão no estado;

A produção amapaense vem circulando inclusive em canais educativos de referência na radiodifusão profissional brasileira como a TV Cultura, o Sistema S e TV Brasil, os filmes veiculados nesses canais foram realizados com recursos federais conquistados via editais Doc TV e Etnodoc resultando em 3 filmes realizados pelo primeiro e dois pelo segundo.

Apesar da sabida velocidade/estabilidade da conexão de internet no Amapá, os agentes do audiovisual local chegam a possuir contas em sites de hospedagem com mais de 50 vídeos postados,  ultrapassando a cifra de 10.000 acessos computados.

Dando um passo a mais na direção de socializar informações que possam qualificar a próxima fala sobre audiovisual do ex-presidente do Conselho de Cultura, disponibilizamos, ao fim deste documento, uma lista dos trabalhos independentes realizados no Amapá no ano de 2011, acompanhados da indicação de seus respectivos diretores e dos cineclubes em atividade. A média de produção do segmento é de mais de quase dois filmes por mês, se tomarmos como base o ano passado.

É inegável o nível de organização dos agentes do segmento que vem construindo parcerias duradouras e formais com instituições de grande relevância no estado como o SESC-AP, que atua pioneiramente na cena audiovisual estruturando ações de formação, produção e difusão de audiovisuais, bem como com a Universidade Federal do Amapá, através do projeto de extensão Univercinema, que aglutina ações como o Pró-Estudante Cinegrafia, A escola vai ao cinema e projetos de produção de vídeos que se desenvolvem fora da capital em parceria com o CPPTA – Curso de Pedagogia de Projetos em Temas Ambientais.

Nossas salas cineclubistas estão abertas ao público gratuitamente em vários pontos da capital além de um ponto cineclubista em Porto Grande e outro em Serra do Navio. Realizamos ações com resultados concretos (filmes) em mais da metade dos municípios que formam nosso estado através de oficinas de realização audiovisual gratuitas, ofertadas em centros comunitários e escolas. Temos uma agente do segmento selecionada, há um ano e meio, para o curso de Altos Estudos Cinematográficos na Escola Internacional de Cinema e TV de Cuba, uma das instituições mais respeitadas no ensino do Cinema na América Latina.

É possível dizer que um segmento com esse panorama não tem legitimidade?

Gostaríamos de concluir este documento, afirmando o respeito do audiovisual para com os demais segmentos culturais, tenham eles ou não cadeira efetiva ou suplente no Conselho de Cultura. Temos consciência que uma palavra chave para entender a cultura é “diversidade”. Não se hierarquiza cultura, não se hierarquiza segmentos culturais e o audiovisual, por sua própria constituição, compreende e defende isso: nossos filmes precisam dos músicos e cantores daqui, precisamos da cenografia das artes visuais, precisamos dos inspirados textos dos escritores amapaenses, precisamos dos atores do nosso teatro. E, por fim, colocamos nossas ferramentas a disposição de todos os segmentos que se interessem por documentar um pouco de sua história no estado, para que incorreções como essas, que motivaram esse texto, deixem de ser proferidas sobre qualquer um dos segmentos que constroem diariamente a nossas referências culturais. Saudações audiovisuais a todos!

Macapá, 22 de março de 2012

Assinam esta carta:

Entidades Nacionais:
- CNC - Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros
- CBC – Congresso Brasileiro de Cinema

Entidades do audiovisual Amapaense:
- Associação Brasileira de Documentaristas e Curtametragistas do Amapá
- Liga Amapaense de Cineclubes

Festivais:
- Festival Imagem-Movimento – FIM, AP
- Festival Santa Maria Vídeo e Cinema - SMVC, RS
- Mostra do Filme Livre - RJ/SP/DF
- Festival Ratoeira/RJ

Coletivos:
- Coletivo Palafita
- Fotógrafos Anônimos

Cineclubes amapaenses:
- Univercinema - UNIFAP
- Cine Paraíso
- Cine Periferia
- Cine Poraque
- Cine Zoom na Norte
- Pium Filmes
- Clube de Cinema
- Cinemando na Amazônia

Cineclubes de outros estados:
- Cineclube Nangetu - Belém/PA
- Cineclube da Irmandade - Ananindeua/PA
- Cineclube SMVC - RS
- Cineclube Lanterninha - Aurélio - RS
- Cineclube Beco do Rato - RJ

Redes:
- Rede de Cineclubes de Terreiros da Zona Metropolitana de Belém -PA
- Projeto Azuelar/Ponto de Mídia Livre - Belém/PA

Agentes Individuais:
- Arthur Leandro/ Diretor Regional Norte do CNC e Coordenador do GT de Comunidades Tradicionais da Federação Paraense de Cineclubes;
- André Sandino/Coordenador do Cineclube Beco do Rato /Diretor de acervo da Associação de Cineclubes do Rio de Janeiro -Ascine-RJ;
- Alexandre Brito/ realizador independente do Amapá/ FIM;
- Augusto (Tuto) Pessoa-Lobo/ Conselheiro de Cultura [Audiovisual] do Estado do Amapá;
- Ana Vidigal - ABDeC/AP;
- Otto Ramos / Vice Presidente do Consec, Membro do Colegiado Setorial de Musica do CNPC/Minc, Circuito Fora do Eixo, Partido da Cultura;
- Carla Antunes/ Clube de Cinema/ FIM
- Lucila  Malcher/ Professora, Pedagoga, Especialista em Tecnologia Educacional e Gestão do Trabalho Pedagógico;
- Socorro da Silva/ TV Escola Amapá;

Audiovisuais produzidos em 2011:
01 - Açucena;
Diretor: André Araújo
02 - Vale à pena?
Diretor: Lucas Penafort
03 - Última Sessão;
Diretor: Jamile Gurjão
04 - Entre Margens;
Diretores: Odivar Filho e Liliane Oliveira
05 - Memória fotográfica;
Diretora: Mary Paes
06 - Cantando na chuva;
Direção: Emília Garçon
07 - RDS Iratapuru;
Direção: Gavin Andrews
08 - Amapá: vestígios de uma guerra perdida;
Direção: Wilza Souza
09 – Vloger Fora de rota;
Diretores: Helder Ramon e Paulo Rafael
10 - Sem sinal;
Diretor: Alexandre Magnus
11 – Situação de risco
Diretor: Alexandre Magnus
12 - Doido;
Diretor: Aluízio Guimarães
13 - Canto da sereia;
Diretor: Graciliano Galdino
14 - Programa de tv Interferência
Diretor: Darlan Costa
15 - Só termina quando bacaba
Direção: Coletiva
16 – Palafita Web TV
Direção: Coletiva
17 – Deu a louca no boto cor de rosa
Direção: Aog Rocha
18 – A rosa
Direção: Dominique Allan
19 - Documentário Festival Quebramar -IV Edição
Direção: Palafita Comunicação
20 - As escravas da Mãe de Deus
Direção: Decleoma Pereira
21 - Mistério Serrano
Serra do Navio
Direção: Coletiva

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Sete Pecados: novo projeto audiovisual amapaense dá a largada com "Luxúria

E a cena audiovisual amapaense caminha a todo o vapor. Um bom exemplo disso é o novo projeto amapaense "Sete Pecados", do Festival Imagem-Movimento (FIM). O resultado final será um DVD com sete curtas (uma coletânea) entre 15 e 20 minutos cada um.

Eo domingo de Carnaval foi o dia escolhido pra o início das gravações do curta-metragem "Luxúria". As primeiras cenas foram gravadas na boate Disco Gloss, localizada no Centro de Macapá. O roteiro é assinado por Alexandre Brito e tem  Thaise Medeiros estreando como diretora. O protagonista é o ator Aldo César, que já atuou no curta Cafarnaum produzido por Ronaldo Rony .Após a boate, foi a vez da equipe de finalistas rodarem novas cenas, em um motel.




A intenção é lançar 7Pecados no FIM deste ano (2012). O projeto nasceu durante o FIM (Festival Imagem Movimento) de 2010 com a ideia de Graciliano Galdino em produzir um pacote de curtas para ser lançado no FIM de 2011. Mas em razão de outras prioridades , o projeto foi adiado.

Quem tiver  interesse em patrocinar este projeto entre em contato pelos fones: 96-8128-5712 (tim) 9179-4950 (vivo). O nome da sua empresa ou o seu nome, será divulgado em todos as mídias em que o projeto for mencionado, além da menção nos créditos do filme e na capa do DVD.

















Saiba mais no grupo facebook: 7Pecados no facebook

Realização: FIM - Festival Imagem-Movimento
Apoio: MIS AP (Museu da Imagem e do Som do Amapá), Disco Gloss, A2 Motel, DVD Mania, Clínica Maximin.

Com informações de O Blog da Mary

sábado, 26 de novembro de 2011

E o FIM chegou!!!


Calma queridos amigos, antes que vocÊs pensem que irei encerrar as atividades do meu blog ou qualquer outra especulação desta natureza, saiba que este FIM que anuncio não se trata de algo que encerra. Pelo contrário, o FIM é só o começo.
Falo da grande festividade do cinema amapaense, Festival Imagem-Movimento ( que a sigla é FIM, sacou?) que inicia a partir de hoje (26), com o lançamento oficial no Clube de Cinema, na mostra reprise do Dia Mundial da Animação.

Com o tema "A volta ao infinito", o festival traz diretores de cinema, oficinas, exposições subterrâneas, música ao vivo, artes cênicas, performances e muito mais, para os amantes da arte e cultura audiovisual. Iniciado em 2004, o F
IM exibe filmes e videos independentes, que oxigenam o segmento audiovisual no Norte do Brasil. O evento une um grupo de pessoas apaixonadas pela sétima arte, com o intuito de divulgar e fomentar a cena no Amapá. Apesar do nome, a iniciativa não é limitada a apenas em um evento, mas um conjunto de atividades variadas.
Juntamente com o Festival Internacional de Manaus, o FIM é um dos eventos mais antigos do segmento na região. Assumindo a missão de pensar, estudar, fazer e distribuir o cinema independente na região Norte, a edição deste ano conta com a participação de trabalhos enviados de 11 estados brasileiros.
Ou seja, mais de 60 produções que representam o que está sendo produzido no Brasil de forma independente serão exibidas para o público durante o FIM. O festival promoveu, por exemplo, na edição de 2010, oficinas em cinco municípios do Estado, todas tendo como desdobramentos a produção coletiva de um curta-metragem.
Oficinas
A programação deste ano traz consigo o fortalecimento da idéia de artes integradas na concepção dos espaços e dos debates elaborados para a edição n. 08. O start desse ano foi dado com oficinas de realização audiovisual em quatro escolas da rede pública de ensino macapaense.

Em cada escola foi formada uma turma com, no máximo, 20 alunos que receberam orientações dos instrutores do festival para realização de seus filmes. Além da oficina, cada instituição recebeu orientações para montar um cineclube em parceria com suas respectivas Tvs escolas.
Nesta edição, os atores também terão um espaço de qualificação e reciclagem na programação desse ano.

O cineasta paraibano Aluízio Guimarães realizará a oficina intitulada “O ator no cinema” buscando ampliar o diálogo entre os atores de teatro e os realizadores de audiovisual, já que uma das lacunas da cena local é a carência de espaços para formação de atores direcionados para a telona.
As características e desafios da produção de cinema e vídeo na Amazônia serão também debatidos através do encontro, no Amapá, de realizadores atuantes na região para falar sobre as várias nuances e obstáculos colocados ao audiovisual amazônico.

Estão confirmadas as presenças de Cássio Tavernad, diretor das animações paraenses “A onda – festa na pororoca” e “O rapto do peixe-boi”, que ministrará palestra sobre animação e as novidades da série de filmes com essa técnica audiovisual, além de Paulo Miranda, diretor dos filmes “O Cônego” e “O ajuntador de cacos”, ambos do estado do Pará.

Exibição e Rock and Roll

A exibição dos trabalhos inscritos no festival ao longo de todo o ano de 2011, que totalizou cerca de 1500 minutos de muito audiovisual alternativo, será dividida em várias mostras que acontecerão auditório do MIS, nas muralhas da Fortaleza de São José, no palco principal do Teatro das Bacabeiras e a mostra subterrânea que será realizada em conjunto com a exposição dos trabalhos de designers locais, no porão do mesmo teatro.

E, para fugir aos padrões das outras edições, a festa de encerramento da programação acontecerá um dia antes do término do festival (03), com várias bandas locais da cena underground colocarão para fora das caixas amplificadas muito rock and roll frisando que o FIM, é apenas o começo, seja do que for, para a arte audiovisual no Amapá.


Serviço
Todas as informações detalhadas sobre o festival estão no blog www.fimdecinema.blogspot.com.


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